| Processo: | 19/19789-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Isabel Kinney Ferreira de Miranda Santos |
| Beneficiário: | Isabel Kinney Ferreira de Miranda Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Carlos Henrique Nery Costa ; Luiz Gustavo Araujo Gardinassi |
| Assunto(s): | Imunoparasitologia Helminthes Leishmaniose visceral Leishmania infantum Síndrome metabólica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ativação imune crônica | calazar | Helmintos | N-glicanas | Síndrome Metabólica | Translocação Microbiana | Imunoparasitologia |
Resumo
A leishmaniose visceral (LV) é caracterizada por uma "tempestade de citocinas" e pode ser letal se não for tratada. A maioria das infecções com o agente etiológico é, no entanto, assintomática. Desnutrição e coinfecções com helmintos invasivos são fatores de risco conhecidos para LV. A atual dieta humana, insalubre, e o novo conceito da disfunção entérica ambiental (DEA) justificam reavaliar esses fatores. Perfis de N-glicanas de proteínas séricas afetam suas funções e são marcadores de padrão socioeconômico e de síndrome metabólica (SMet), doença inflamatória associada à translocação microbiana (TM). DEA também cursa com TM. A ativação imune crônica subsequente à TM associa-se a resposta imune deficiente. Em coorte de indivíduos controles ou infectados com L. infantum, de Teresina, PI, observamos que: a) pacientes com LV produzem padrões inflamatórios de N-glicanas em Fcs de IgGs; b) o transcriptoma de leucócitos do sangue periférico tem assinaturas indicando que células B diferem funcionalmente entre indivíduos que apresentam LV ativa ou curada ou infecções assintomáticas. Hipotetizamos agora que: SMet e DEA, frequentes na coorte, são fatores de risco para LV; perfis de N-glicanas de proteínas séricas associam-se a desfechos distintos de infecções por L. infantum; infestações com helmintos não invasivos protegem humanos contra SMet e, portanto, contra LV; perfis transcricionais de células B variam de acordo com desfechos de infecções por L. infantum. Temos soro, fezes, urina, e mRNA de células B purificadas e dados relevantes da coorte de Teresina. Avaliaremos assinaturas de: N-glicanas de proteínas séricas e de inflamação, SMet, DEA, TM e infecções com helmintos não invasivos. Geraremos e analisaremos transcriptoma de células B. Identificaremos biomarcadores para fatores de risco e orientar intervenções e diagnóstico de LV e obteremos informações para elucidar mecanismos de suscetibilidade à LV. (AU)
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