Resumo
O uso de anticorpos monoclonais terapêuticos tem sido muito eficiente no combate das leucemias e outras malignidades e, quando usados em combinação com os protocolos convencionais, sensibilizam as células malignas ao tratamento, resultando em melhor resposta e menos efeitos colaterais. Um bom alvo terapêutico deve ser capaz de guiar a destruição da célula maligna, causando pouco ou nenhum dano às células saudáveis. Identificamos, assim, que o IL7Ra, uma proteína expressa na superfície dos linfócitos, responsável pelo desenvolvimento e maturação destas células, têm potencial oncogênico. Aproximadamente 10% das LLA-T e 1% das LLA-B têm essa proteína constitutivamente ativada. Neste projeto, propomos humanizar 3 anticorpos anti-IL7Ra para o tratamento da leucemia linfoide aguda. Já comprovamos, em testes pré-clínicos, que as versões murinas destes 3 anticorpos têm grande potencial em bloquear a progressão da leucemia e mostram um efeito terapêutico combinado quando usadas em formato de coquetel. A disponibilidade destes anticorpos para uso clínico tem grande relevância não apenas para o tratamento da leucemia, mas também para outras doenças que têm como gatilho alterações nas vias de sinalização do IL7Ra Espera-se que protocolos clínicos que incluam anti-IL7Ra para o tratamento da leucemia melhorem as taxas de cura dos pacientes em relação aos procedimentos atuais. Propomos também estabelecer e padronizar um modelo animal humanizado que servirá de ferramenta para os ensaios pré-clínicos destes reagentes e para outros estudos futuros. (AU)
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