| Processo: | 13/19821-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Trícia Maria Ferreira de Sousa Oliveira |
| Beneficiário: | Trícia Maria Ferreira de Sousa Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Pirassununga |
| Pesquisadores associados: | Helena Lage Ferreira |
| Assunto(s): | Parasitologia veterinária Leishmaniose visceral animal Leishmania infantum Túnica conjuntiva Diagnóstico clínico Imunofluorescência em animal Reação em cadeia da polimerase em tempo real Cães |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cães | diagnóstico | leishmania | Real Time PCR | suabe conjuntival | Doenças Parasitárias |
Resumo
A leishmaniose visceral canina é uma grave zoonose, causada pela Leishmania chagasi(syn infantum). O ciclo deste parasito é heteroxeno e a transmissão acontece principalmente pela picada da fêmea do vetor, dípteros da espécie Lutzomyia longipapis. O cão doméstico é a principal fonte de infecção para o vetor no ambiente urbano, em virtude da alta prevalência da doença nesta espécie e alto grau de parasitismo cutâneo, facilitando a infecção do díptero. Em consequência disso, o cão é também o principal alvo das campanhas de controle da doença em seres humanos. O Ministério da Saúde adota testes sorológicos para a detecção de animais positivos; no entanto a sensibilidade e especificidade desses testes são questionáveis. Na última década as ferramentas moleculares demonstraram ser grandes aliadas na detecção da leishmaniose, e apresentam alta sensibilidade e especificidade. Uma variedade de espécimes biológicos pode ser utilizada nessestestes, como sangue e aspirado de medula óssea. O suabe conjuntival é uma alternativa fácil e prática de se obter amostras biológicas, não invasivas. Trabalhos recentes testaram a eficácia do suabe conjuntival, na detecção da leishmaniose por PCR, e concluíram que sua utilização é de grande valia no diagnóstico da doença. Com a tecnologia da PCR em tempo real ou PCR quantitativa (qPCR), é possível aumentar a sensibilidade, especificidade e reprodutibilidade da PCR. Além de, com esta técnica, ser possível quantificar a carga parasitária presente no animal infectado. No presente projeto,a utilização da PCR em tempo real será avaliada, comparando-a com a RIFI e a PCR comum. Esperase que, ao comparar as técnicas citadas, obtenha-se um teste de diagnóstico mais preciso e sensível,que possa ser oferecido com segurança em estudos e inquéritos epidemiológicos para detectar aleishmaniose canina. (AU)
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