| Processo: | 16/07030-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Cláudio Romero Farias Marinho |
| Beneficiário: | Cláudio Romero Farias Marinho |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Rodrigo Medeiros Martorano ; Sabrina Epiphanio |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 17/50181-2 - A novel approach to identify the specific antibody characteristics important for protection from malaria in pregnant women, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Imunoparasitologia Gravidez Placenta Plasmodium Malária Inflamassomos Autofagia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autofagia | gestação | inflamassoma | malária | placenta | Plasmodium | Imunoparasitologia |
Resumo
A malária na gravidez é um grande problema de saúde pública em países onde a doença é endêmica, podendo causar morbidade e mortalidade materno-infantil. Até o momento não se sabe ao certo o motivo pelo qual as mulheres grávidas são mais suscetíveis à malária. Entretanto, sabe-se que a placenta oferece um ambiente propício para o desenvolvimento de subpopulações do parasita, o que desencadeia um intenso infiltrado inflamatório, que está associado a abortos, retardo de crescimento intrauterino, prematuridade e baixo peso ao nascimento. A autofagia é um processo fundamental para a sobrevivência celular durante estresse, como infecções ou exposição da célula a produtos microbianos. Sabe-se que moléculas de sinalização relacionadas ao sistema imune regulam a autofagia e, que esta exerce um importante papel na resposta do trofoblasto aos estressores presentes na gravidez, permitindo que estas células adaptem-se a uma variedade de insultos que, eventualmente, possam ocorrer durante a gestação. Apesar de nos últimos anos muitos estudos terem definido as manifestações clínicas da malária gestacional, os mecanismos celulares e moleculares associados ao processo inflamatório ainda não estão totalmente esclarecidos. Neste projeto pretendemos caracterizar a atividade autofágica, bem como sua possível relação com o inflamassoma, em placentas humanas infectadas com Plasmodium falciparum e também em um modelo experimental murino que reproduz a doença humana. Este estudo trará uma importante contribuição para o melhor entendimento da malária placentária, além de possibilitar novos estudos direcionados ao desenvolvimento de novas metodologias de diagnóstico e tratamento da malária gestacional. (AU)
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