| Processo: | 17/03939-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Cláudio Romero Farias Marinho |
| Beneficiário: | André Filipe Rivais Martins Barateiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunoparasitologia Plasmodium berghei Inflamassomos Malária Gravidez Etiologia Autofagia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autofagia | gravidez | inflamassoma | malária | malária placentária | Plasmodium berghei | Imunoparasitologia |
Resumo A Malária é um grande problema de saúde pública em diferentes regiões do mundo, notadamente nos países em desenvolvimento, sendo responsável por cerca de 500.000 mortes anuais. As gestantes fazem parte de um dos principais grupos de risco, sendo particularmente suscetíveis à infecção por Plasmodium spp. devido à existência da placenta, um órgão que permite o acúmulo de eritrócitos parasitados, levando ao desenrolar de uma imunopatologia severa conhecida como Malária na gravidez (MiP). A doença caracterizada por processos inflamatórios exacerbados tem consequências deletérias para a mãe e para o feto. A doença tem contribuído significativamente para o aumento das mortalidades materna e fetal, bem como nascimentos prematuros, retardamento do crescimento intrauterino e baixo peso à nascença. Apesar dos avanços feitos no entendimento da MiP, ainda existem diversos fatores cujo contributo para a imunopatologia placentária permanece desconhecido. Existem diversos mecanismos moleculares responsáveis pela manutenção da homeostasia celular, como, por exemplo, a autofagia, um programa de "reciclagem" celular ativado em condições adversas. Este processo pode não só ser ativamente modulado pela resposta inflamatório, como também controlar a atividade do inflamassoma, um complexo proteico associado à produção de citocinas pró- inflamatórias, nomeadamente a IL- 1² e a IL-18, produzidas em quantidades significativas durante a MiP. Como tal, levantamos a hipótese de que a inflamação placentária pode alterar o perfil autofágico e, por conseguinte, modular a atividade dos inflamassomas, conjuntamente contribuindo para a patogênese da MiP. O conhecimento dos aspectos da resposta imune propiciará uma inequívoca contribuição para o entendimento da MiP, possibilitando estudos direcionados ao desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. (AU) | |
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