| Processo: | 14/07824-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Eliane Candiani Arantes Braga |
| Beneficiário: | Heloisa Tavoni Longhim Peccin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/22959-0 - Subproteoma da fração I da peçonha do escorpião Tityus serrulatus por espectrometria de massas, BE.EP.IC |
| Assunto(s): | Toxicologia Venenos de origem animal Toxinas Atividade enzimática Caracterização estrutural Avaliação física e funcional Espectrometria de massas Tityus serrulatus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fração I | Peçonha | Tityus serrulatus | Toxinas | Toxicologia |
Resumo O escorpião Tityus serrulatus é considerado a espécie mais perigosas do Brasil, devido ao elevado número de acidentes e por apresentar o quadro clínico mais grave de envenenamento. A peçonha de escorpião é uma mistura muito complexa de moléculas, a maioria das quais são peptídeos que apresentam diferentes atividades biológicas, dentre elas, efeitos neurotóxicos devidos à presença de várias proteínas de baixa massa molecular com ação em canais iônicos. Toxinas da peçonha de T. serrulatus têm sido extensivamente estudadas em função das suas características estruturais e funcionais visando compreender melhor o quadro do envenenamento e obter novas moléculas com potencial terapêutico. Em função da relevância das ações desta peçonha, este trabalho visa realizar a purificação de novos componentes presentes na fração I, obtida da cromatografia da peçonha em coluna de troca catiônica. A fração I é ainda bastante heterogênea e pouco estudada, justificando sua escolha para estes estudos. Ensaios prévios mostram que a mesma apresenta componentes de diversas massas moleculares e, provavelmente, atividades bastante distintas, dentre elas atividade enzimática. O isolamento destes componentes será realizado por cromatografia de alta eficiência em coluna de fase reversa ou quaisquer outros processos cromatográficos que ser fizerem necessários. Para a caracterização estrutural das novas moléculas serão empregados métodos como espectrometria de massas, sequenciamento amino-terminal, eletroforese em gel de poliacrilamida e análise em sílico. Visa-se também caracterizar os componentes isolados da fração I utilizando ensaios para identificar enzimas (protease, fosfolipase, L-aminoácido oxidase, hialuronidase) ou inibidores de enzimas (peptídeos potenciadores de bradicinina, inibidores de proteases), por apresentarem interesse biotecnológico. A escolha dos ensaios para a avaliação funcional será feita com base na homologia sequencial com proteínas depositadas em bancos de dados. | |
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