| Processo: | 14/15618-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | José Eurico Possebon Cyrino |
| Beneficiário: | Thaline Maira Pachelli da Cruz |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Characiformes Fígado Proteínas Muramidase |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | characiformes | fígado | intestino | lisozima | proteína | Piscicultura e Histologia |
Resumo Restrições econômicas e ambientais trazem a necessidade de substituir a farinha de peixe em dietas de organismos aquáticos por matérias-primas menos dispendiosas de origem vegetal. Entretanto, tais fontes proteicas vegetais, e.g. o farelo de soja, possuem fatores antinutricionais que podem ter efeitos negativos sobre o sistema digestório dos peixes, alterando a higidez e, em consequência, a produção. A fim de estudar estes possíveis efeitos ou não destas fontes em dietas para peixes onívoros e carnívoros, o objetivo deste trabalho será avaliar os efeitos de diversas fontes proteicas vegetais sobre o desempenho, hematologia, histologia e microbiota do epitélio intestinal de pacu Piaractus mesopotamicus e o dourado Salminus brasilensis, respectivamente, alimentados com dietas experimentais à base de farelo de soja. Serão conduzidos dois experimentos, digestibilidade (Ensaio I) e desempenho (Ensaio II). O ensaio de digestibilidade será conduzido em protocolo padrão utilizando dietas adicionadas do marcador inerte óxido de crômio III (CR2O3) e sistema Guelph modificado para coleta de fezes. No ensaio de desempenho serão avaliadas três fontes proteicas vegetais, o farelo de soja (FS), o farelo de algodão (FA) e o farelo de amendoim (FM), utilizadas em substituição da farinha de peixe em uma dieta controle em cinco níveis de inclusão: 0 (controle), 12,5%; 25,0 %; 50%; 75,0% e 100%, em um delineamento em blocos casualizados (n=3). Ao longo do período experimental serão coletadas amostras de intestino de oito animais nas regiões anterior, média e distal e amostras de sangue. As amostras do tecido intestinal serão analisadas quanto às características histológicas e morfológicas, além de quantificação e diferenciação de células caliciformes. As amostras de sangue serão avaliadas quanto a parâmetros imunológicos, lisozima sérica, proteína total e albumina sérica. Através da técnica PCR, microscopia eletrônica de varredura e transmissão será avaliada a microbiota intestinal das espécies. Adicionalmente, serão avaliadas as condições histológicas do fígado. (AU) | |
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