| Processo: | 16/08204-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Paolo Marinho de Andrade Zanotto |
| Beneficiário: | Marielton dos Passos Cunha |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Arbovirus Evolução molecular Saúde pública |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arbovírus | evolução molecular | Saúde Pública | Virologia / Epidemiologia / Arbovírus |
Resumo Os vírus transmitidos por artrópodes (arbovírus) são responsáveis por doenças infecciosas emergentes e reemergentes em diferentes áreas do mundo, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. Entre estes vírus, destacam-se os vírus que fazem parte das famílias Flaviviridae e Togaviridae, que podem causar manifestações clínicas que vão desde infecção assintomática, doença febril aguda à febre hemorrágica viral e encefalites. No Brasil, os vírus que mais se destacam são os vírus Dengue (DENV), o vírus Chikungunya (CHIKV) e o vírus Zika (ZIKV) sendo os dois últimos identificados pela primeira vez em 2014 e 2015, respectivamente, causando inúmeros problemas de Saúde Pública, sobretudo na região Nordeste do Brasil. No entanto, os processos que moldam os padrões de transmissão em escalas urbanas são desconhecidos para estes vírus, sobretudo o impacto de fatores como a movimento da população humana e urbanização. Elucidar a dispersão dos arbovírus emergentes e reemergentes no Brasil no tempo e no espaço é central para a compreensão de sua epidemiologia. Neste contexto, o presente estudo tem como objetivo compreender a dinâmica da propagação urbana dos arbovírus emergentes e reemergentes (DENV, ZIKV, CHIKV) nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (estados de Sergipe e São Paulo), e identificar os aspectos demográficos e socioeconômicos associados à dinâmica da movimentação viral que podem fornecer novas perspectivas de estratégias de controle e intervenção. | |
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