| Processo: | 18/25439-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Daniel Martins-de-Souza |
| Beneficiário: | Danielle Gouvêa Junqueira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurodesenvolvimento Microcefalia Proteômica Células-tronco neurais Metilação Vírus Zika Vírus da dengue |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | flaviridae | Microcefalia | neurodesenvolvimento | Proteômica |
Resumo Em 2015, o surto brasileiro do Zika vírus foi acompanhado por um aumento no número de casos de microcefalia, que envolve graves alterações no desenvolvimento cerebral, indicando uma possível associação da infecção viral com essas malformações cerebrais. Os mecanismos moleculares que promovem essas modificações ainda não se encontram totalmente compreendidos. Portanto, a investigação dos processos envolvendo o desenvolvimento da doença e as vias bioquímicas que ela afeta é fundamental. Para tanto, modelos de estudo utilizando células-tronco de pluripotência induzida por humanos (hiPSC), diferenciadas em células neurais, podem ser estudados como modelo de neurodesenvolvimento. Aqui, progenitores neurais humanos (hNPC) foram infectados com cepas de vírus zika e dengue. A infecção foi realizada no estado progenitor e também durante sua diferenciação em neuroesferas, para analisar in vitro as modificações causadas pela infecção viral nesses modelos, que são o tipo de célula mais afetado pelo vírus Zika. As amostras, infectadas ou não com uma cepa do vírus, foram submetidas à análise proteômica quantitativas em larga escala, com o objetivo de analisar diferenças e semelhanças em relação aos efeitos das cepas virais brasileira e africana, bem como comparar a infecção do vírus Zika com o vírus da dengue. A análise do proteoma celular permitiu a identificação de possíveis vias metabólicas e proteínas que podem estar relacionadas aos mecanismos e desenvolvimento da doença. E também fomos capazes de apontar diferenças potenciais entre a resposta celular às diferentes cepas de vírus analisadas. (AU) | |
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