| Processo: | 18/24509-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Pré-histórica |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Góes Neves |
| Beneficiário: | Thiago Kater Pinto |
| Instituição Sede: | Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/25157-0 - Pessoas, plantas e paisagens na Amazônia, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/13754-0 - Análises formais e petrográficas comparativas de cerâmicas antigas da América do Sul tropical e do Caribe, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Diversidade cultural Paisagem Cerâmica arqueológica Etnohistória História indígena Rio Madeira Amazônia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arqueologia da Amazônia | cerâmica arqueológica | Diversidade Cultural | História indígena de longa-duração | paisagem | Arqueologia da Amazônia |
Resumo A região do alto Rio Madeira, no Sudoeste amazônico, configura-se como um contexto particular, onde diferentemente de boa parte do restante da Amazônia, há ocupações humanas longas e contínuas durante quase todo o Holoceno, além de uma ampla diversidade linguística e cultural verificada no presente. Correlato a esse cenário, identifica-se uma pluralidade de contextos arqueológicos, observados tanto pelos artefatos, quanto pela construção e modificação da paisagem, que como sugerem as terras pretas, ocorrem pelos menos desde 6500 anos AP. Sabe-se que os sítios próximos às cachoeiras a jusante do alto Rio Madeira possuem um alto potencial informativo, como indicam os anos de pesquisa no Sítio Teotônio. Os sítios nas cachoeiras a montante, no entanto, são uma lacuna a respeito do registro arqueológico, e por isso se pretende verificar se esse padrão arqueológico de diversidade é consistente para estes sítios. Esta pesquisa busca, portanto, inferir se os processos históricos de longa-duração que gestaram a diversidade linguística e cultural identificada no Sudoeste amazônico se atestam no passado por meio do registro arqueológico dos últimos 3000 anos na região. Além disso, questiona, se ao longo dos milênios, as paisagens compostas pelas cachoeiras foram preferidas pelas populações indígenas. Através de intersecções entre os dados obtidos por essa pesquisa, pelas fontes etnohistóricas e linguísticas, almeja-se construir uma história indígena de longa-duração. (AU) | |
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