| Processo: | 19/10432-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Miriam Dupas Hubinger |
| Beneficiário: | Ana Gabriela da Silva Anthero Rissato |
| Supervisor: | Jesus Maria Frias Celayeta |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Technological University Dublin (TU Dublin), Irlanda |
| Vinculado à bolsa: | 18/02132-5 - Micropartículas de oleoresina de páprica obtidas com diferentes materiais de parede e avaliação do efeito indutor de saciedade, BP.DR |
| Assunto(s): | Digestibilidade Microencapsulação Spray drying Capsaicina Pimenta Capsicum |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | liberação | Microencapsulação | Oleoresina de Capsicum | pimenta | Spray drying | Digestibilidade |
Resumo A oleoresina de Capsicum (pimenta) é uma ótima fonte de capsaicina, composto pungente de baixa solubilidade que desempenha um papel importante na prevenção de doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e obesidade. A toxicidade e a liberação de compostos naturais durante a digestão podem sofrer influência da matriz que o está presente e de sua concentração. Com base nisso, a presente projeto tem como objetivo avaliar a toxicidade e a liberação de oleoresina de Capsicum microencapsulada (partículas carregadas de capsaicina) através do estudo da digestibilidade in vitro. A oleoresina de Capsicum será encapsulada usando materiais comerciais e o malte modificado como um novo material de parede, por emulsão de óleo-em-água seguido pelo processo de spray drying. Em seguida, as micropartículas obtidas serão caracterizadas quanto ao teor de umidade, atividade de água, tamanho e eficiência de encapsulação em relação ao teor da capsaicina por HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência). A estabilidade das micropartículas em relação a atividade enzimática será investigada. Além disso, os efeitos toxicológicos da capsaicina microencapsulada em células saudáveis pelo uso de células epiteliais humanas Caco-2 e células hepáticas humanas HepG2 serão avaliados. O comportamento das micropartículas será avaliado sob condições gastrointestinais simuladas usando três fluidos diferentes: fluido salivar simulado (SSF), fluido gástrico simulado (SGF) e fluido intestinal simulado (SIF) e enzimas digestivas. Alíquotas serão coletadas no tempo 0, 30, 60, 90 e 120 min para análises de microestrutura, tamanho, potencial zeta e teor de capsaicina. Portanto, os resultados experimentais obtidos por teste in vitro neste trabalho podem trazer uma abordagem relevante sobre a toxicidade e ingestão de oleoresina de Capsicum microencapsulada, os quais tornam-se importantes para os experimentos de saciedade in vivo que serão realizados posteriormente no Brasil. (AU) | |
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