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Edição do gene LKB1 por CRISPR/Cas9 em células de câncer de pulmão e avaliação de seu papel na resposta à metformina e cisplatina

Processo: 20/13660-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Bioquímica da Nutrição
Pesquisador responsável:Fernando Moreira Simabuco
Beneficiário:Matheus Brandemarte Severino
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/14818-9 - Estudo de alvos moleculares importantes para o controle do metabolismo em câncer: a via da mTOR/S6K com papel central, AP.JP2
Assunto(s):Biologia molecular   Neoplasias pulmonares   Cisplatino   Repetições palindrômicas curtas agrupadas e regularmente espaçadas   Metformina   Serina-treonina quinases TOR

Resumo

LKB1 é um importante inibidor da via mTOR/S6Ks. A perda de LKB1 é frequentemente associada ao câncer, incluindo na linhagem celular de câncer de pulmão A549, aumentando a transformação de células neoplásicas pré-malignas. A metformina, um composto natural derivado da Galega officinalis, é usada principalmente no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2), mas recentemente tem sido associada à menor incidência de câncer. Um dos principais mecanismos é a ativação da AMPK por diferentes vias, incluindo a ativação de LKB1. A ativação da AMPK inibe a via mTOR, a síntese de proteínas e, portanto, o crescimento celular. A combinação de metformina e cisplatina, um dos principais fármacos quimiotepêuticos para o câncer de pulmão, demonstrou melhorar o tratamento das células cancerosas à cisplatina e também impedir a resistência associada à cisplatina comum no câncer de pulmão. Aqui, pretendemos usar a tecnologia CRISPR/Cas9 para corrigir a mutação em LKB1 apresentada em células de câncer de pulmão A549 e melhorar sua resposta à metformina ou à combinação entre metformina e cisplatina. Além disso, avaliaremos o estado da via de sinalização do mTOR, bem como o crescimento, proliferação, ciclo celular e sensibilidade à indução de apoptose pela cisplatina. Este projeto pode ser útil como uma prova de princípio de que, no futuro, as terapias devem considerar o status genômico das células cancerosas antes da administração de um medicamento anticâncer específico. (AU)