| Processo: | 06/58509-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | José Eduardo Krieger |
| Beneficiário: | Thais Girão da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Contenedores Stents |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Angioplastia De Balao | Proteina P27Kip1 | Reestenose | Stents |
Resumo Uma das alternativas para o tratamento da aterosclerose é a angioplastia associada a implantação de stents metálicos. Entretanto, esse tipo de intervenção pode ocasionar reestenose. A utilização de stents revestidos com medicamentos tem sido uma alternativa contra esse problema e o uso da rapamicina é um bom exemplo do sucesso deste tipo de abordagem. O efeito da rapamicina na diminuição da proliferação celular é devido, pelo menos em parte, a elevação dos níveis da proteína p27Kip1, um inibidor intrínseco do ciclo celular, constitutivamente expresso na parede do vaso e que pode ser modulado em situações de injúria e reparo vascular. Desta forma, a p27Kip1 torna-se uma substância bastante interessante para ser aplicada juntamente com a implantação do stent visando diminuir o processo de reestenose. Em nosso laboratório já foram estabelecidas as metodologias de expressão e purificação de uma proteína' de fusão TAT-p27 que permite a proteína atravessar a membrana plasmática e penetrar no interior da célula. No presente trabalho será avaliado o potencial terapêutico desta proteína, quando ministrada de maneira única durante a colocação do stent, em prevenir a reestenose em injúria vascular provocada pela realização de angioplastia com stent. Os resultados deste estudo contribuirão para o melhor conhecimento dos eventos moleculares/celulares relacionados a este processo e abrir perspectivas para novas formas de intervenção terapêutica seja através da liberação local da TAT-p27, ou ainda, através do revestimento de stents. (AU) | |
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