| Processo: | 08/52436-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | José Eduardo Krieger |
| Beneficiário: | José Eduardo Krieger |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Terapia baseada em transplante de células e tecidos Reprogramação celular Células-tronco mesenquimais Células-tronco pluripotentes induzidas Miócitos cardíacos Reabilitação cardíaca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Proteina De Fusao Tat | Reparacao Cardiaca | Terapia Celular |
Resumo
A reprogramação bem sucedida de células somáticas humanas a um estado de pluripotência permitiria a criação de células tronco doença e doente especifica. Recentemente foi demonstrado que ao se introduzir pelo menos quatro fatores de transcrição (Sox2, Oct3/4, Klf4 e c-Myc) por transdução viral em células somáticas, essas são reprogramadas a um estado pluripotente muito semelhante às ES. Essas foram denominadas células-tronco pluripotentes induzidas (iPS). Em trabalhos subseqüentes, o mesmo grupo liderado por Yamanaka foi capaz de induzir a diferenciação dessas células em cardiomiócitos, e observou melhora na função cardíaca quando injetadas em modelo de infarto. Porém a eficiência desse processo de diferenciação é muito baixa, dificultando sua aplicação em humanos. Além disso, a utilização de vetores retrovirais torna esse procedimento de reduzida aplicação clínica, devido aos riscos de desenvolvimento de tumores por ativação de genes endógenos causada pela mutagênese insercional. Para contornar esses problemas, nesse trabalho pretendemos 1. estabelecer cultura de células iPS a partir de fibroblastos de camundongos e humanos, de acordo com a técnica desenvolvida por Takahashi e Yamanaka; 2. testar a hipótese de que células iPS podem se transformar em cardiomiócitos eficientemente por meio da transdução de fatores de transcrição que induzem a cardiomiogênese; 3. testar a hipótese de que a ação de fatores de transcrição ligados a um sinal de secreção e ao peptídeo carreador TAT reprogramem células mesenquimais de tecido adiposo em células pluripotentes induzidas (iPS) para que não seja necessária a utilização de vírus no processo. Com isso, pretendemos obter cardiomiócitos específicos de maneira mais eficiente que poderão ser utilizados para reparação cardíaca biológica por meio de terapia celular a partir de células o próprio paciente. (AU)
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