| Processo: | 07/56771-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Edilamar Menezes de Oliveira |
| Beneficiário: | Tiago Fernandes |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células-tronco Endotélio Treinamento aeróbio Hipertensão Medula óssea |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Progenitoras | Endotelio | Hipertensao Arterial | Medula Ossea | Revascularizacao | Treinamento Fisico Aerobio |
Resumo A hipertensão arterial (HA), considerada como um fator de risco cardiovascular, é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo, além de ser responsável por um grande ônus para os órgãos de saúde pública para tratamentos e prevenção. De consenso na literatura, o treinamento físico (TF) aeróbico crônico é eficiente em promover adaptações benéficas nos sistemas cardiovascular e muscular esquelético, promovendo redução da pressão arterial (PA) e revascularização periférica na hipertensão. Recentes estudos sobre a HA mostram que as células progenitoras endoteliais (CPEs) estão diminuídas na medula e circulação, com piora na funcionalidade e acelerado envelhecimento, entretanto, não se sabe quais os mecanismos locais envolvidos na modulação destas células da medula óssea decorrentes do TF. Assim, o TF aeróbio vem sendo sugerido como um provável candidato na terapia do dano vascular, porém não se conhece os efeitos deste treinamento nas CPEs sobre a HA. Portanto, o objetivo do presente estudo será verificar se o TF aeróbico modula a proliferação, mobilização, funcionalidade e envelhecimento das CPEs na medula óssea e na circulação em ratos espontaneamente hipertensos (SHR) e investigar qual a participação destas células na revascularização decorrentes deste treinamento. Para tanto, serão utilizados ratos Wistar Kyoto, SHR e SHR treinados. Os animais serão treinados durante 10 semanas, sessões de 60 min, 1x/dia, 5x/sem, com aumento gradual da sobrecarga de trabalho até atingir 5% do peso corporal. Será analisado semanalmente o comportamento da PA e da freqüência cardíaca no repouso através de medida indireta (plestimografia de cauda) e a capacidade de exercício físico aeróbio através do teste de capacidade máxima de realização de esforço no final do protocolo. As células mononucleadas (CMN) derivadas da medula óssea serão separadas por gradiente de densidade para os estudos de proliferação de CPEs medulares através da contagem destas células por microscopia, a mobilização através da quantidade liberada para a circulação periférica medida por citometria de fluxo, a funcionalidade através de ensaios clonogênicos e migratórios das CPEs, o envelhecimento das CPEs através da atividade (3- galactosidase e a revascularização pela contagem de capilares no músculo sóleo, além da expressão gênica dos fatores de crescimento (eNOS, iNOS, VEGF, VEGFR1 e 2, IGF) relacionados tanto no controle das CPEs medulares quanto na capacidade angiogênica. (AU) | |
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