| Processo: | 08/53971-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Mari Cleide Sogayar |
| Beneficiário: | Marina Trombetta Lima |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 01/10707-7 - Bases moleculares do controle da proliferação celular e origem de neoplasias na era de genômica e proteômica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Genes supressores de tumor Ciclo celular Glioma Proliferação celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ciclo-Celular | Gliomas | P21 | Rb | Reck | Splicing |
Resumo O gene RECK (REversion-inducing Cysteine-rich protein with Kazal motifs) foi isolado e caracterizado inicialmente como um gene supressor de tumor por causar a reversão fenotípica da linhagem DT, uma sub-linhagem de células NIH-3T3 transformada com K-ras. RECK codifica uma glicoproteína de membrana de 110 kDa, associada à membrana celular por uma âncora GPI. A proteína RECK é amplamente expressa em diversos tecidos humanos normais, porém, sua expressão não é detectável em diversas linhagens celulares derivadas de tumores e células transformadas por diversos oncogenes. A super-expressão de RECK em linhagens celulares derivadas de tumor leva à supressão da atividade invasiva e metastática destas células. Os glioblastomas são os tumores mais comuns e invasivos do Sistema Nervoso Central. Uma das características biológicas mais evidentes em gliomas é sua potencialidade de invadir o tecido cerebral normal. As colagenases tipo IV MMP-2 e MMP-9 são peças-chave na invasividade de gliomas. RECK reprime tanto a invasão quanto a metástase tumoral por regular negativamente a atividade de, pelo menos, três MMPs, sendo elas: MMP-2, MMP-9 e MT1-MMP. Splicing alternativos ou aberrantes de pré-mRNA podem ter papel importante no desenvolvimento de diversas patologias, incluindo o câncer. Nossos resultados preliminares sugerem que o gene RECK tem um papel importante no controle da proliferação celular e que ao menos uma isoforma alternativa de RECK pode ter papel significativo durante a progressão de gliomas. A compreensão dos mecanismos pelos quais o gene RECK está envolvido com a progressão do ciclo celular poderá permitir o desenvolvimento de estratégias para restaurar sua expressão em células tumorais, suprimindo, assim, o comportamento maligno destas células. (AU) | |
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