| Processo: | 09/14632-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética |
| Pesquisador responsável: | Ana Campa |
| Beneficiário: | Ana Campa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Carolina Ramos Moreno ; Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Assunto(s): | Triptofano Células tumorais Melatonina Sistema imune Indolamina-pirrol 2,3,-dioxigenase Quinurenina 3-monooxigenase |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células do sistema imune | células tumorais | indolamina 2 | kinureninas | melatonina | Triptofano | 3 dioxigenase | Metabolismo do triptofano |
Resumo
O metabolismo do triptofano (TRP) se dá pela via das quinureninas (via QUIN) e pela via serotonérgica (via SER). A primeira gera quinurenina (QUIN) e uma gama de produtos secundários e, quando conduzida pela enzima indolamina 2,3 dioxigenase (IDO), contribui para os fenômenos de tolerância e o imune escape de células tumorais. A via SER leva à produção de serotonina (5-HT), que pode gerar melatonina (MLT) e outros metabólitos. Os produtos da via SER, assim como MLT e metabólitos, possuem efeitos imunomodulatórios e, no que concerne ao câncer, há evidências de que estes compostos podem controlar o crescimento tumoral. Visto que diferentes tipos de tumores e células do sistema imune expressam IDO e dada a importância desta via na avaliação de severidade e no desenvolvimento de estratégias da terapia anti-neoplásica, o objetivo do presente projeto é identificar qual a importância das vias QUIN e SER no metabolismo de TRP em monócitos, macrófagos, células dendríticas, linfócitos e algumas linhagens tumorais humanas. Estas rotas serão avaliadas também após tratamento das células mantidas em cultura com IFN-g. Apesar do IFN-g ser um indutor clássico da via QUIN, não se conhece seu efeito sobre a via SER. A partir da tabulação das vias QUIN e SER nas diferentes células estudadas neste projeto, saberemos se as vias de degradação de TRP são ativadas concomitantemente ou se elas competem entre si. Alguns estudos nossos feitos em sistema livre de células amparam a participação de metabólitos de ambas as vias na regulação destas. Nossas hipóteses são de que a via QUIN e SER exerçam controle uma sobre a outra, que os produtos gerados pela via SER modulam a resposta imune e que, além da via QUIN, a via SER também definiria o rumo da progressão tumoral. Com ensaios de co-cultura avaliaremos o impacto das vias de metabolização do TRP na comunicação celular entre células imunológicas e tumorais. (AU)
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