| Processo: | 11/04561-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Luiz Nunes de Souza |
| Beneficiário: | Ana Cláudia Cipriano |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Hormônio liberador de corticotrofina Comportamento defensivo animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | agressão | amídala | ansiedade | estresse | fator de liberação de corticotropina (CRF) | labirinto em cruz elevado (LCE) | Neurobiologia das reações de defesa |
Resumo Situações de perigo eliciam nos animais respostas defensivas como comportamentos de luta e fuga, imobilidade, ativação autonômica e antinocicepção. Tais reações são expressas em decorrência da ativação do sistema encefálico de defesa (ex. hipotálamo, amídala e substância cinzenta periaquedutal). Neste sentido, situações aversivas com características etológicas, como o teste do labirinto em cruz elevado (LCE) e os confrontos inter-espécies (ex. presa-predador) e co-específicos (ex. derrota social), vêm sendo utilizados no estudo da neurobiologia de estados emocionais como medo e ansiedade. Estudos recentes indicam que o Fator (ou hormônio) de Liberação de Corticotropina (CRF ou CRH) pode estar envolvido na modulação das reações defensivas e que o estresse prolongado seria capaz de alterar o perfil do repertório defensivo. A ativação de receptores CRF na amídala tem sido apontada como uma das possíveis causas das alterações das reações de defesa desencadeadas pelo estresse prolongado, justificando a investigação dos seus mecanismos celulares. O presente estudo investigará os mecanismos mediados pelo CRF na amídala sobre o comportamento defensivo de camundongos expostos ao LCE e a interações agressivas co-específicas. Os mecanismos celulares subjacentes a influência do estresse prolongado, desencadeado por sucessivos testes de derrota social, sobre o comportamento defensivo no LCE serão também investigados em camundongos tratados com antagonistas de receptores CRF1 e CRF2. Para tal, serão investigados (I) os efeitos de microinjeções intra-amídala de CRF e de seus antagonistas (CRF1 e CRF2) no comportamento de camundongos expostos ao LCE (Experimento 1), (II) o efeito de microinjeções intra-amídala de antagonistas de CRF (CRF1 e CRF2) na ansiedade avaliada no LCE em camundongos expostos ao estresse de derrota social agudo e crônico (Experimento 2), (III) o padrão de ativação de neurônios CRF-érgicos da amídala através da dupla marcação por imunocitoquímica de pCREB e CRF (Experimento 3), (IV) a atividade de CREB e ERK na amídala de animais previamente expostos a estresse de derrota social agudo e crônico (Experimento 4) e (V) a influência do tratamento com antagonistas de CRF sobre a atividade de CREB e ERK na amídala de animais previamente expostos a estresse de derrota social agudo e crônico (Experimento 5). (AU) | |
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