| Processo: | 14/02956-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Luiz Nunes de Souza |
| Beneficiário: | Tatiani Sorregotti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Camundongos Labirinto em cruz elevado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antinocicepção | Camundongos | complexo amidalóide | Crf | Fos | Labirinto em Cruz Elevado Aberto | Neurobiologia dos Comportamentos Defensivos e da Antinocicepção Induzida pelo Medo |
Resumo A exposição de animais ao labirinto em cruz elevado aberto (LCEa: 4 braços abertos) promove intensa resposta antinociceptiva, cujos mecanismos, neurotransmissores e substratos ainda são pouco conhecidos. Nesse sentido, o complexo amidaloide destaca-se como uma das principais regiões encefálicas envolvidas no processamento de estímulos aversivos e nas respostas emocionais relacionadas ao medo, sendo apontado em diversos estudos como um importante sítio de modulação de dor. Avaliar o envolvimento e a ativação neuronial do complexo amidaloide através da expressão de proteína Fos em camundongos submetidos ao teste da formalina na pata, ou expostos ao LCEa, mostra-se relevante para a compreensão dos processos neurobiológicos envolvidos na antinocicepção induzida por aversão (a). Uma vez que alguns estudos indicam a presença de lateralização funcional dessa estrutura, faz-se importante investigar se há lateralização funcional do complexo amidaloide nas respostas eliciadas em camundongos submetidos ao teste de formalina na pata e expostos ao LCEa por meio de lesões desta estrutura através da microinjeção de cloreto de cobalto (CoCl2) (b). Dentre os neurotransmissores presentes no complexo amidaloide, destaca-se o fator de liberação de corticotropina (CRF: corticotropin-releasing factor) por desempenhar um papel na mediação das respostas defensiva e antinociceptiva eliciadas por estímulos aversivos. Sendo assim, torna-se relevante o estudo sobre a modulação CRF-érgica da amídala na resposta antinociceptiva produzida pela exposição ao LCEa (c). Os experimentos serão conduzidos cinco dias após cirurgia estereotáxica para implantação de cânula guia intra-amídala: os camundongos serão submetidos ou não a um teste nociceptivo (teste da formalina na pata), receberão tratamentos farmacológicos adequados (salina ou CoCl2 uni e/ou bilateral; salina, agonista ou antagonista de CRF1 ou de CRF2) e serão expostos ao LCEa para posterior análise dos comportamentos defensivos e avaliação da resposta nociceptiva. Os encéfalos serão removidos para posterior análise histológica e/ou imunocitoquímica de Fos. (AU) | |
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