| Processo: | 11/15330-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Eunice Oba |
| Beneficiário: | Carolina Nogueira de Moraes Maia |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cloprostenol |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cloprostenol | involução uterina | perfusão uterina | pós-parto | receptores de PGF2± | vacas de corte | Reprodução de Grandes Animais |
Resumo É preconizado que o período puerperal da vaca deva evoluir de forma a permitir que a função reprodutiva da fêmea seja iniciada o mais precocemente possível após o parto. A utilização de análogos da prostaglandina pode levar à aceleração da involução uterina, assim como à redução do intervalo parto - 1º estro, número de serviços/concepção, período de serviços e intervalo de partos. Nesse sentido, o objetivo desse estudo é avaliar o efeito da aplicação de análogo sintético da PGF2a(cloprostenol sódico) sobre a involução uterina no pós parto de vacas Nelore, assim como verificar a sua relação com a concentração plasmática do 13,14-dihydro-15-keto Prostaglandina F2a (PGFM - metabólito da PGF2 ALFA), progesterona e expressão gênica de receptores FP no útero em diferentes momentos do puerpério. Para tanto, serão utilizadas 24 vacas Nelore, pluríparas e gestantes com escore de condição corporal maior que 3,0. Somente serão incluídos no experimento os animais que apresentarem parto normal. Após o parto, os animais serão divididos em dois grupos de tratamento: CON (controle; Nmínimo = 12) que receberá 2 ml de solução salina IM nos dias 1 e 4 pós-parto (dia 0 = parto) e; TRA (tratado; Nmínimo = 12) que receberá 2 ml de cloprostenol da mesma forma. Exames ginecológicos serão realizados nos dias 1, 7, 14, 21, 28, 35 e 42, onde serão avaliados a involução uterina (escore de 1 a 3) via palpação transretal, descarga uterina e coloração de mucosa via vaginoscopia, acúmulo de fluido uterino (escore de 0 a 3) e reinício da atividade ovariana pós-parto (presença de folículo dominante e corpo lúteo) por ultrassonografia em modo B. Serão colhidas amostras de sangue para dosagem de progesterona e de PGFM plasmáticas a cada exame transretal e ultrassonográfico. Para a avaliação da expressão gênica de receptores FP no útero ao longo do período pós-parto, serão colhidas amostras teciduais por biópsia uterina nos dias 1, 7, 14, 28 e 42 pós-parto. Os resultados alcançados no presente estudo contribuirão para a melhor compreensão dos mecanismos fisiológicos, endócrinos e gênicos no pós parto de zebuínos, colaborando para o alcance do desejável objetivo econômico da exploração um parto/vaca/ano. | |
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