| Processo: | 11/21735-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Eneida de Paula |
| Beneficiário: | Camila Morais Gonçalves da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 06/00121-9 - Novas formulações de anestésicos locais de liberação controlada: do desenvolvimento ao teste clínico odontológico, AP.TEM |
| Assunto(s): | Lipossomos Ropivacaína Anestésicos locais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anestésicos locais | íons de Hofmeister | Lipossomas | Ropivacaína | Preparo de sistemas de liberação sustentada |
Resumo A ropivacaína (RVC) é um anestésico local (AL) do tipo amino-amida que, desde o seu lançamento em 1985, vem sendo cada vez mais utilizada na prática clínica por induzir menor toxicidade que a bupivacaína (BVC), o AL de escolha, mundialmente, para procedimentos cirúrgicos.Dando continuidade à principal linha de investigação do grupo de pesquisa em Biomembranas do Departamento de Bioquímica-IB/Unicamp no preparo de sistemas de liberação sustentada de anestésicos locais, o presente projeto propõe melhorias no processo de encapsulação da ropivacaína em lipossomas que levem ao prolongamento do tempo de anestesia e redução da toxicidade daquele AL, fazendo uso de lipossomas com gradiente transmembranar interno-externo e combinação de 2 tipos de lipossomas (doador/aceptor). Cabe mencionar que nosso grupo de pesquisa tem trabalhado no desenvolvimento de novas formas farmacêuticas para a RVC, em carreadores como nanosferas de PLGA (Moraes et al. Intl. J. Pharm. 331:99, 2007), lipossomas de fosfatidilcolina de ovo e colesterol (de Araújo et al., J. Pharm. Pharmacol., 60:1, 2008) e beta-ciclodextrinas (de Araújo et al. Quim. Nova 31:1775, 2008), tendo obtido resultados promissores quanto ao prolongamento do tempo de anestesia em animais de laboratório. Neste estudo, lipossomas preparados com gradiente iônico e em associação (lipossomas doadores e aceptores), serão testados in vitro e in vivo, e sua eficácia será comparada com a de formulações comerciais de RVC atualmente disponíveis no mercado farmacêutico.Através de um processo simples, de baixo custo e inovador, objetiva-se aumentar significativamente a quantidade de ativo encapsulado, elevar o tempo de anestesia e reduzir a toxicidade da ropivacaína, o que pode ser interessante para o tratamento clínico da dor (durante procedimentos cirúrgicos e no pós-operatório) e como possível produto tecnológico. | |
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