| Processo: | 11/51778-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia |
| Pesquisador responsável: | Maristela Martins de Camargo |
| Beneficiário: | Maristela Martins de Camargo |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/21117-3 - Quantificação de transcritos dos genes envolvidos na via UPR,
BP.TT 13/03630-5 - Quantificação de transcritos dos genes envolvidos na via UPR, BP.TT |
| Assunto(s): | Agamaglobulinemia Resposta a proteínas não dobradas Linfócitos B Fatores de transcrição Chaperonas moleculares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bip | Hipogamaglobulinemia | Ire 1 A | Linfocito B | Upr | Xbp 1 |
Resumo
Durante a diferenciação terminal de linfócitos B em plasmócitos, grandes quantidades de cadeias nascentes de imunoglobulinas são traduzidas e translocadas para o retículo endoplasmático (ER). Muitas delas não conseguem ser dobradas de maneira correta, e juntamente com sinais de diferenciação, ativam uma via de sinalização intracelular chamada de Unfolded Protein Response (UPR). A via UPR promove a expressão de chaperonas, a atenuação da tradução e a degradação de cadeias maldobradas no ER, com o objetivo de resolver o estresse do ER. Dentre seus três braços, o eixo IRE-1α/XBP1é o mais conservado evolutivamente. O XBP1 é o principal fator de transcrição responsável pela indução de genes alvos da via UPR. Nosso grupo identificou anteriormente um paciente (paciente P) com Imunodeficiência Comum Variável (CVID), doença cujo principal fenótipo é a hipogamagtobulinemia, que apresenta desregulação na ativação do eixo IRE1/XBP-1. Pretendemos neste projeto avaliar a via UPR de maneira mais global em células imortalizadas do paciente P, incluindo outros braços além do IRE1/XBP-1 e expandir nossas análises para células imortalizadas de outros pacientes com CVID. Além disso, pretendemos estudar a relação entre a via UPR e o defeito de proliferação observado no paciente P e em outros pacientes com CVID. Finalmente, pretendemos avaliar a uso de chaperonas químicas como possível agente terapêutico nas hipogamaglobulinemias relacionadas a defeitos da via UPR. (AU)
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