| Processo: | 12/05505-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População |
| Pesquisador responsável: | Dirce Maria Lobo Marchioni |
| Beneficiário: | Josiane Steluti |
| Supervisor: | Jacob Selhub |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Tufts University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 10/19899-5 - Consumo dietético, variantes genéticas e relação com os níveis sanguíneos de folato, ácido fólico não metabolizado e homocisteína após a fortificação mandatória de ácido fólico: estudo de base populacional - ISA-Capital., BP.DR |
| Assunto(s): | Homocisteína Ácido fólico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido fólico | Ácido fólico não metabolizado | consumo alimentar | Fortificação Mandatória | homocisteina | Polimorfismo de Nucleotídeo Único | Fortificação de alimentos |
Resumo Introdução: Em muitos países, inclusive no Brasil, a fortificação de alimentos com ácido fólico foi adotada como estratégia pública de prevenção e combate à deficiência nutricional da vitamina. Nos Estados Unidos, no período pós-fortificação, observou-se uma evolução positiva dos parâmetros nutricionais de folato, queda da prevalência de inadequação do consumo, aumento das concentrações da vitamina e diminuição da concentração de homocisteína; todavia encontrou-se indivíduos acima do limite máximo tolerável (UL), e ainda, ácido fólico não-metabolizado (AFNM) no sangue. A presença de AFNM é decorrente apenas da ingestão da forma sintética da vitamina. São escassos os estudos do metabolismo e os efeitos biológicos do AFNM. No entanto, o AFNM pode ser um fator relevante nas questões de segurança associadas com o alto consumo de ácido fólico. Objetivo: Padronizar uma metodologia analítica para detecção de AFNM, conhecer as concentrações de AFNM na população, e analisar as relações com o consumo dietético, concentrações sanguíneas das vitaminas e homocisteína; e interação com as variantes genéticas envolvidas no metabolismo do folato. Metodologia: O presente estudo foi conduzido em uma amostra representativa de 750 indivíduos no município de São Paulo. Dieta, dados antropométricos e sangue foram coletados. Foram realizadas análises bioquímicas (folato, B6, B12 e homocisteína), extração de DNA e genotipagem. O AFNM será determinado pela metodologia proposta por Kalmbach e Selhub (2011). Modelos múltiplos serão realizados, considerando os resultados do consumo dietético, das concentrações sanguíneas e a interação pela presença das variantes genéticas envolvidas no metabolismo do folato. (AU) | |
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