| Processo: | 12/13446-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Maria Palmira Daflon Gremião |
| Beneficiário: | Leonardo Miziara Barboza Ferreira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/19578-2 - Avaliação do potencial da administração intranasal de nanopartículas contendo uma proteína anticâncer no tratamento de tumor cerebral, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Nanopartículas Nanotecnologia farmacêutica Quitosana Glioblastoma Angiogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiogenese | glioblastoma | Nanopartículas | quitosana | Via nasal | Nanotecnologia Farmacêutica |
Resumo Anticorpos monoclonais representam uma importante classe de biofármacos com uma ampla aplicação terapêutica, especialmente contra o câncer. O bevacizumab, um anticorpo monoclonal que será utilizado nesse estudo, foi recentemente aprovado para o tratamento de glioblastomas. Ele atua impedindo o processo de angiogênese que acompanha o tecido neoplásico e em combinação com fármacos citotóxicos pode reduzir o tamanho do tumor. No entanto, assim como outros fármacos de natureza proteica, formulações de anticorpos representam um grande desafio tanto do ponto de vista tecnológico quanto biofarmacêutico. A baixa estabilidade físico-quimica dentro da formulação e em fluidos biológicos bem como baixa biodisponibilidade e potencial imunogênico geram a necessidade de desenvolvimento de novas estratégias para contornar esses problemas. A via nasal, além de possuir características favoráveis para a administração de proteínas, tem gerado grande interesse como uma rota para se atingir o sistema nervoso central. Os sistemas nanoestruturados com capacidade mucoadesiva também constituem uma valiosa estratégia para a administração de biofármacos em mucosas. Dessa forma, aliando-se vantagens anatômicas que permitem uma passagem direta de fármacos da cavidade nasal para o cérebro com o uso de carreadores nanométricos a base de quitosana capazes de aumentar a permeação de macromoléculas pretende-se chegar à uma estratégia promissora visando-se o direcionamento de bevacizumab ao cérebro para tratamento de glioblastomas. | |
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