| Processo: | 12/50263-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Maria Isabel Nogueira Cano |
| Beneficiário: | Maria Isabel Nogueira Cano |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Telômero Proteínas de ligação a telômeros Telomerase Leishmania mexicana Estresse oxidativo Dano ao DNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estresses Oxidativo | L Amazonensis | Larpa 1 | Protecao Dos Telomeros | Proteinas Telomericas |
Resumo
Tetômeros são complexos DNA/proteína que protegem as pontas dos cromossomos. A manutenção dos telômeros e a atividade da telomerase dependem de complexos protéicos que se associam com o DNA telomérico. Por exemplo, o complexo CST (CDC13/Stn1/Ten1) interage com a telomerase e com a maquinária de replicação do DNA, controlando a replicação nos terminais de cromossomos. Telômeros de tripanossomatídeos são compostos por repetições (TTAGGG)n, porém poucas proteínas teloméricas específicas a estes organismos foram identificadas. O complexo telomérico melhor caracterizado é o de L. amazonensis, que consiste basicamente das proteínas telomerase, LaRBP38 e LaRPA-1 que interagem com a simples fita rica em G e podem ser homólogas funcionais da CDC13 de levedura e da POT1 de vertebrados. A RPA-1 é um complexo proteico ligante de DNA na forma de simples-fita que desempenha papel importante no metabolismo de DNA, incluindo manutenção de telômeros e reparo de DNA. A hipótese que iremos testar, e que norteia este pedido, baseia-se no fato da LaRPA-1 e proteínas ainda não identificadas, estarem envolvidas na formação do complexo de proteção (capping) e manutenção de telômeros em L. amazonensis. Pretendemos primeiramente confirmar interações in vitro já conhecidas entre LaRPA-1 e outras proteínas previamente caracterizadas em nosso laboratório, isolar novos interatores usando métodos bioquímicos e estudar estas interações in vivo utilizando o sistema de duplo-híbrido. Os testes in vitro serão realizados com extratos de parasitas obtidos em condições normais de cultura e também de parasitas submetidos a estresse oxidativo. Aqui vale lembrar que a exposição de L. amazonensis a concentrações elevadas de oxigênio provocam danos metabólicos irreversíveis que afetam o crescimento, a morfologia e a capacidade de transformação dos parasitas. Como os telômeros são estruturas genômicas muito sensíveis aos danos oxidativos, estudar sua constituição em condições de estresse pode nos auxiliar a isolar novos componentes proteicos que cumpram papel importante na sua proteção ("capping"). (AU)
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