| Processo: | 15/10580-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Maria Carolina Quartim Barbosa Elias Sabbaga |
| Beneficiário: | Maria Carolina Quartim Barbosa Elias Sabbaga |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Carlos Renato Machado |
| Assunto(s): | Trypanosoma brucei brucei Genética Replicação Trypanosoma cruzi Ciclo celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ciclo celular | Estresse replicativo | replicação | Trypanosoma brucei | Trypanosoma cruzi | Genética |
Resumo
O ciclo celular é um processo altamente controlado, para garantir que cada célula filha receba o mesmo material genético da célula-mãe. Assim, na presença de uma perturbação do ciclo celular, a progressão deste pode ser atrasada ou interrompida. A via bioquímica que leva a esta parada/interrupção do ciclo celular é denominada checkpoint. Neste sentido, o termo checkpoint refere-se a transições de fases que estão sendo interrompidas. Por esta razão, são definidos G1/S checkpoint, intra-S checkpoint e G2/M checkpoint. Este projeto pretende investigar a presença de checkpoint intra-S em Trypanosoma na presença de quebras de simples fita ou duplas fita de DNA. Mais que isto, pretende avaliar se este checkpoint atua (i) bloqueando a elongação das forquilhas de replicação e /ou (ii) bloqueando o disparo de novas origens de replicação. Uma vez confirmada esta resposta celular de bloquear a continuação da replicação frente ao dano de DNA, pretendemos avaliar o papel das kinases ATM e ATR neste processo. Este projeto será realizado em T. brucei e T. cruzi. Como estes eucariontes divergiram muito cedo na linhagem evolutiva, este projeto ambiciona caracterizar o checkpoint intra-S nestes parasitas e eventualmente definir novas estratégias para célula lidar com danos de DNA. Alem disso, o T. brucei, mas não o T. cruzi, conta com uma quebra de dupla fita de DNA, gerada durante a replicação, para causar o processo de recombinação que leva a variação antigênica fundamental para o sucesso da infecção deste parasita. Assim, avaliar como o parasita lida com danos de DNA durante a fase S do ciclo celular deve contribuir de maneira significativa para o conhecimento do sucesso da infecção do hospedeiro mamífero pelo T. brucei. (AU)
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