| Processo: | 13/01613-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Adriano Cappellazzo Coelho |
| Beneficiário: | Caroline Ricce Espada |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leishmaniose cutânea Ações farmacológicas Avaliação de medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | isolados brasileiros | Leishmania baziliensis | Leishmaniose | Miltefosine | Leishmaniose |
Resumo A Leishmaniose é uma doença causada por protozoários parasitas do gênero Leishmania. No Brasil, a espécie Leishmania braziliensis é a principal responsável por causar leishmaniose cutânea, que se caracteriza pelo surgimento de lesões ulcerativas na pele e que pode evoluir para a forma mucocutânea ou disseminada da doenças, ambas muito severas. O tratamento da soença, no Brasil, ainda se baseia principalmente no uso de antimoniato de meglumina, uma droga de alto custo, tóxica, que requer aplicação parenteral e que demonstrou taxas decrescentes de cura durante os últimos anos. A miltefosina (hexadecilfosfocolina) é uma droga, inicialmente desenvolvida como antineoplásica, que demonstrou atividade contra as leishamnias. É o único medicamento de via oral utilizado para o tratamento da leishmaniose não requerendo hospitalização. O fármaco já é utilizado na Asia, Europa. Na Índia, onde é amplamente utilizado no tratamento da leishmaniose viceral apresentou altas taxas de cura, porém estudos mostram que a sucetibilidade do parasita ao medicamento varia entre diferentes espécies e cepas. O objetivo do trabalho é avaliar a sucetibilidade a miltefosina de isolados de leishmania braziliensis, de diferentes regiões do Brasil de modo a contribuir com a avaliação do potencial da miltefosina como um fármaco para tratar a leishmaniose no Brasil e a entender os mecanismos de ação e de resistência para a droga. | |
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