| Processo: | 13/04913-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vilma Regina Martins |
| Beneficiário: | Antuani Rafael Baptistella |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/14027-2 - Mecanismos associados à função da proteína prion e seu ligante STI1/Hop: abordagens terapêuticas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Biologia celular Neoplasias retais Vesículas extracelulares Terapia neoadjuvante Quimiorradioterapia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de Reto | Resposta ao tratamento neoadjuvante | vesículas extracelulares | Biologia Celular |
Resumo Apesar de algumas similaridades, o câncer de reto apresenta características que o diferenciam do câncer de cólon, resultando em tratamentos e prognósticos distintos. O câncer de reto, nos estádios II e III, é tratado com radioquimioterapia neoajuvante seguido de cirurgia, e a resposta ao tratamento neoadjuvante entre os pacientes é variável e imprevisível. Até o presente, para avaliar a resposta ao tratamento neoadjuvante é necessária a intervenção cirúrgica, onde ocorre a remoção de tecido, e através da histopatologia, é determinada a resposta patológica ao tratamento. A identificação de fatores moleculares de significância prognóstica e preditiva tem grande importância, pois permitirão o uso de cada terapêutica especificamente nos pacientes que serão beneficiados com tal tratamento. Recentemente foi descrita a relação de vesículas extracelulares (VEs) secretadas por células com o processo tumorigênico, tendo essas VEs importante papel no crescimento do tumor bem como invasão e metástase. Além disso, estas vesículas podem conter marcadores moleculares de prognóstico e resposta a terapia. As VEs secretadas por tumores de reto são pouco caracterizadas, e seu papel no processo tumoral é ainda desconhecido. Dessa forma, traçamos como objetivos desse trabalho: 1- a identificação e caracterização das vesículas extracelulares secretadas por linhagens celulares de tumores de reto e o papel das mesmas na resistência ao tratamento radio e quimioterápico; 2- a identificação e caracterização das vesículas extracelulares secretadas no sangue por células de tumores de reto de pacientes como fator preditivo de resposta patológica à radioquimioterapia neoadjuvante. (AU) | |
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