| Processo: | 13/19860-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Marilene Hohmuth Lopes |
| Beneficiário: | Rebeca Piatniczka Iglesia |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células-tronco Neoplasias neuroepiteliomatosas Glioma Glioblastoma Proteínas PrPC Chaperoninas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | célula-tronco | glioblastoma | PrPc | Sti1 | Célula-tronco tumoral |
Resumo O Glioblastoma Multiforme (GBM) é o tipo mais comum e agressivo de glioma, é considerado de maior grau e pior prognóstico. A sobrevida média dos pacientes é de 9 a 12 meses e a recidiva ocorre em quase 100% dos casos. Diversos estudos descrevem uma subpopulação do tumor como responsável pela origem, progressão e manutenção do tumor, as Células-Tronco de Glioblastoma (CTGs). Estas células têm capacidade de se auto-renovar, diferenciar, promover angiogênese, invasão e são resistentes a tratamentos convencionais dificultando a terapia e provocando a recidiva tumoral. Dados recentes do nosso grupo descrevem que a interação entre a Proteína Prion Celular (PrPC) e a co-chaperonina stress inducible protein one (STI1) é capaz de promover a proliferação e auto-renovação de CTGs em linhagem de GBM humano in vitro. Estes resultados indicam a relevância do complexo PrPC-STI1 na modulação da proliferação de CTGs e consequentemente na manutenção do GBM. Diante desses achados, o principal objetivo deste estudo é investigar os efeitos de STI1 e PrPC sobre a proliferação de CTGs no desenvolvimento de GBM in vivo. Avaliaremos também se o complexo PrPC-STI1 está envolvido na angiogênese e invasão, características determinantes na progressão e agressividade do GBM. Desta forma, a elucidação dos mecanismos que modulam a biologia de CTGs e suas consequências no GBM é essencial para a identificação de novas moléculas alvo que apresentem potencial terapêutico, aumentando as perspectivas de tratamento para pacientes portadores de GBM. (AU) | |
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