| Processo: | 13/26251-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Pedro Luiz Rosalen |
| Beneficiário: | Josy Goldoni Lazarini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Farmacologia Bioprospecção Fitoquímica Anti-inflamatórios Citocinas Frutas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade anti-inflamatória | citocinas pró-inflamatórias | frutas nativas | Farmacologia |
Resumo Na busca de fontes alternativas de novas drogas, as espécies frutíferas brasileiras são um novo alvo a ser explorado. Os flavonóides, presentes nas mesmas, destacam-se pela ação anti-inflamatória. O Brasil, considerado um grande produtor mundial de frutas, levou a aceitação de frutos como o açaí e inspiram pesquisas de outras espécies quanto ao seu potencial alimentício e terapêutico, que agregaram valor, sendo hoje um modelo de sucesso do agronegócio brasileiro. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar a atividade anti-inflamatória, o mecanismo de ação e o perfil fitoquímico de espécies frutíferas nativas do Brasil. Selecionou-se 5 frutas nativas Eugenia leitonii (araçá-piranga), Eugenia brasiliensis (grumixama), Eugenia involucrata (cereja do Rio Grande), Eugenia myrcianthes (ubajaí) e Garcinea brasilienses (bacupari-mirim) para a prospecção de atividade anti-inflamatória. As plantas serão colhidas em épocas determinadas, e as partes (frutas, folhas, sementes ou cascas) serão processadas para obtenção do extrato hidroetanólico (80:20, v/v), liofilizado e armazenado à -20ºC. A triagem da melhor atividade anti-inflamatória será realizada dentre todos os extratos por meio do modelo de migração leucocitária induzida por carragenina. Desta forma, será determinada uma curva dose-resposta, seguida, da avaliação das possíveis vias de mecanismo de ação por meio dos modelos de edema de pata induzido por carragenina, quantificação in vivo de mediadores inflamatórios (TNF-±, IL-1², IL-10, CXCL1/KC e LTB4) e quantificação in vitro de (TNF-±, IL-1², IL-10 e LTB4) com células RAW 264.7, avaliação da expressão de ICAM-1, VCAM-1, P e E-selectina por Western blot e citotoxicidade celular RAW 264.7. A avaliação química do extrato ativo será realizada por análise de compostos fenólicos totais, cromatografia líquida de alta eficiência em fase reversa (HPLC-RF-DAD) e por espectrometria de massas (HPLC/MS). Espera-se que este projeto contribua com informações sobre a atividade anti-inflamatória, mecanismo de ação e perfil fitoquímico de espécies nativas, além de agregar valor a produtos nacionais. (AU) | |
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