| Processo: | 14/05214-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Joilson de Oliveira Martins |
| Beneficiário: | Joilson de Oliveira Martins |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Insulina Macrófagos Micoses Paracoccidioides brasiliensis Staphylococcus aureus Diabetes mellitus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes mellitus | infeccao | Insulina | Macrófagos | Paracoccidioides brasiliensis | Staphylococcus aureus | Farmácia |
Resumo
Sabe-se que o paciente diabético tipo I tem maior predisposição a infecções secundárias. Estudos prévios do nosso grupo observaram que parte desta predisposição é decorrente da carência relativa de insulina. A nefropatia diabética é uma das principais complicações do diabetes mellitus e pode evoluir para uma doença crônica renal caracterizada por falência renal. Por este motivo, a diálise tem sido cada vez mais utilizada. A diálise peritoneal (DP) é a alternativa para substituição da hemodiálise, porém apesar das inovações tecnológicas, a peritonite ainda representa um dos principais motivos de hospitalização e de abandono da DP. Os principais causadores deste tipo de peritonite são bactérias Gram-positivas, sendo o Staphylococcus aureus associado a manifestações mais graves, ou seja, necessidade maior de manuseio do cateter, com alto risco de hospitalização e morte. Assim, a primeira parte deste projeto tem por objetivo estudar o papel da insulina na modulação da peritonite causada por S. aureus (anexo I). A segunda parte deste projeto tem por objetivo estudar o efeito da insulina em um modelo de micose sistêmica causada por Paracoccidioides brasiliensis (anexo II). A Paracoccidioidomicose (PCM) é uma enfermidade sistêmica, causada pelo P. brasiliensis, fungo que exibe dimorfismo térmico. O P. brasiliensis interage com células apresentadoras de antígenos (APC), alterando suas principais funções biológicas. Entre as APC, os macrófagos são células que desempenham um papel importante na indução e regulação da resposta imune. Recentemente observou-se que a capacidade fagocítica destas células em animais diabéticos para alvos opsonizados por IgG está diminuída em comparação aos animais sadios. Em conjunto, analisaremos nestes projetos os mecanismos moleculares (produção/liberação de citocinas), intracelulares (vias de sinalização), a expressão dos receptores TLR envolvidos e a atividade fagocítica e microbicida dos macrófagos. (AU)
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