| Processo: | 14/13299-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Lucilene Delazari dos Santos |
| Beneficiário: | Lucilene Delazari dos Santos |
| Instituição Sede: | Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos (CEVAP). Centro Virtual de Toxinologia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Benedito Barraviera ; José-Luis Capelo-Martínez ; Luciana Patrícia Fernandes Abbade ; Rui Seabra Ferreira Junior |
| Assunto(s): | Dermatologia Úlcera varicosa Adesivo tecidual de fibrina Exsudatos e transudatos Biomarcadores Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analise Proteômica | Biomarcadores moleculares | Espectrometria de massas | Exsudato inflamatório | selante de fibrina | Úlceras venosas crônicas | Dermatologia |
Resumo
A partir da identificação das assinaturas moleculares individuais nos sistemas biológicos pela abordagem proteômica, houve um incremento na descoberta de biomarcadores passíveis de serem usados no prognóstico e na terapêutica clínica, bem como no desenvolvimento de testes diagnósticos. O Ambulatório de Dermatologia da Faculdade de Medicina da UNESP de Botucatu atende semanalmente pacientes com úlceras venosas crônicas. Até o momento, não se compreende muito bem o prognóstico, nem o mecanismo de cicatrização das mesmas. Paralelamente, os tratamentos preconizados para úlceras venosas crônicas não são diferenciados, haja vista que, os esforços iniciais para se aplicar uma terapia eficaz é comprometida quando não se tem informações a respeito do prognóstico, nem do estágio de cicatrização em que essas úlceras se encontram. Utilizam-se assim, o relato do paciente e os aspectos clínicos como ferramentas passíveis de se avaliar o grau de dificuldade e de cicatrização. Paralelamente, um grande desafio científico e tecnológico foi assumido pelos pesquisadores do Centro de Estudos de Venenos e Animais Peçonhentos da UNESP (CEVAP) em parceria com o Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais da Faculdade de Medicina da UNESP por meio do ensaio clínico denominado Ensaio clínico fase I/II para se avaliar a segurança e melhor dose do novo selante de fibrina derivado do veneno de serpente no tratamento de úlceras venosas crônicas. Este é apoiado e financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (Decit) por intermédio do CNPq processo No. 563582/2010-3, e envolve o desenvolvimento científico e tecnológico seguido da aplicação do novo bioproduto em pacientes acometidos por úlceras venosas crônicas. Uma vez que, não existe até o momento um método bioquímico prognóstico/diagnóstico para se diferenciar uma úlcera de fácil e de difícil cicatrização, fez-se necessário a busca de marcadores moleculares, por meio da proteômica., que possam sinalizar o estágio de cicatrização dessas úlceras. O objetivo da presente proposta será identificar as proteínas presentes nos exsudatos inflamatórios de pacientes com úlceras venosas crônicas, a fim de se descobrir marcadores moleculares que possam inferir o estágio de cicatrização das úlceras de fácil e de difícil cicatrização, antes e após o uso do novo selante de fibrina do CEVAP. Esta proposta tem a pretensão de transpor a lacuna existente entre as descobertas na bancada e o auxílio ao paciente no ambulatório ou no leito hospitalar. As metas futuras, após análise final dos resultados, serão: sugerir a inserção das ferramentas analíticas da abordagem proteômica nas rotinas de atendimento clínico no ambulatório de Dermatologia para se dispor de um prognóstico precoce da cicatrização das úlceras; transferir conhecimentos da pesquisa básica aperfeiçoando e criando novos métodos diagnósticos para úlceras venosas crônicas; colaborar no estabelecimento de plataformas terapêuticas passíveis de emprego clínico imediato, e por fim colaborar no processo de patenteamento desta nova descoberta considerada estratégica e sigilosa até o momento. (AU)
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