| Processo: | 15/15300-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 12 de outubro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 11 de abril de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Carmen Sílvia Fávaro Trindade |
| Beneficiário: | Marluci Palazzolli da Silva Padilha |
| Supervisor: | Denis Poncelet |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Ecole Nationale Vétérinaire, Agroalimentaire et de l'alimentation de Nantes-Atlantique, França |
| Vinculado à bolsa: | 14/10754-5 - Desenvolvimento e Caracterização de chocolate meio amargo contendo micro-organismos probióticos na forma livre e encapsulada, BP.MS |
| Assunto(s): | Microencapsulação Secagem de alimentos Probióticos Leito fluidificado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | co-extrusão | Microencapsulação | probiótico | Secagem | Encapsulação de Probióticos |
Resumo Culturas probióticas são susceptíveis a condições adversas, como baixo pH, oxigênio e alta temperatura, reduzindo a viabilidade dos micro-organismos e consequentemente tornando a sua aplicação em alimentos difícil. A microencapsulação melhora a viabilidade durante o processamento de alimentos e controla a liberação dos micro-organismos no intestino. A encapsulação utilizando matrizes lipídicas são conhecidas por protegerem os probióticos, entretanto os micro-organismos ficam expostos por toda estrutura. Assim, a co-extrusão da matriz lipídica com alginato ou mistura de alginato e shellac evita o contato dos micro-organismos com o oxigênio atmosférico. Misturas de alginato e shellac serão estudadas para prevenir a perda de óleo durante a secagem, devido à porosidade do alginato. Além disso, o shellac apresenta propriedades protetivas quando submetidos em fluidos gástricos melhorando a estrutura da microcápsula. Para aplicações industriais, as microcápsulas devem ser secas antes do armazenamento, transporte e venda. Serão avaliados os impactos do processo de secagem e da encapsulação em relação a sobrevivência dos probióticos. Geralmente, a secagem é realizada por liofilização, no entanto é um processo longo e dispendioso. A secagem em leito fluidizado seria um método mais eficiente, mas pode afetar a viabilidade dos micro-organismos. Os métodos de secagem serão comparados. As microcápsulas probióticas serão avaliadas por meio da microscopia óptica e por microscopia electrônica de varredura, tamanho, resistência do probiótico encapsulado aos fluidos gastrointestinais simulados e a estabilidade do material encapsulado durante 60 dias de armazenamento. Os dados serão analisados estatisticamente por análise de variância ANOVA e teste de Tukey, ao nível de 5%. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |