| Processo: | 15/15451-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Martín Roffé |
| Beneficiário: | Martín Roffé |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Fabio Albuquerque Marchi ; Glaucia Noeli Maroso Hajj ; Maria Dirlei Ferreira de Souza Begnami ; Silvia Regina Rogatto ; Vilma Regina Martins |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 17/50150-0 - Characterization o the RSK-independent mechanisms of BI-D1870 that potentiate the activity of therapeutic oncolytic viruses in glioblastoma cells, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Oncologia Transdução de sinais Neoplasias Glioblastoma |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer | controle da tradução | glioblastoma | sinalização celular | via Akt-mTORC1 | via ERK1 | 2-Rsk | Oncologia |
Resumo
As RSKs (RSK1-4) são um grupo de quinases reguladas diretamente pela via de Ras-ERK1/2. Em vários tipos tumorais, as RSKs estão envolvidas com importantes funções, como proliferação, e controle da transcrição e tradução. No entanto, descrevemos que os dois inibidores químicos mais usados para RSK (SL0101 e BI-D1870) são inespecíficos, gerando a necessidade de uma reavaliação das funções descritas para as RSKs. Até o momento nada se conhece da função das RSKs em glioblastomas (GB). O (GB) é o tumor do cérebro mais comum e apresenta altas taxas de mortalidade. Com os tratamentos disponíveis atualmente, o tempo de sobrevida é menor que dois anos. Deste modo, conhecer melhor as vias de sinalização alteradas nos GBs é essencial para o desenvolvimento de terapias mais efetivas. Resultados preliminares do nosso grupo sugerem uma grande heterogeneidade na expressão das RSKs, tanto em casos de GB como em linhagens celulares. Também, observamos uma correlação entre os níveis da proteína RSK1 e PTEN, sendo que alterações de PTEN são frequentes nos GBs. Dessa maneira pretendemos analisar como as RSKs regulam vários processos envolvidos na tumorigênese. Será dada especial importância a avaliação do papel das RSKs no controle da tradução de mRNAs pelas RSKs, um processo no qual ainda existem dúvidas respeito ao papel das RSKs. Baseado numa possível relação entre RSK e PTEN, buscaremos definir o efeito das RSKs no processo de senescência induzido pela perda de PTEN. Assim, pretende-se contribuir para o avanço no conhecimento dos mecanismos moleculares que regulam a biologia dos GBs, construindo assim uma base sólida para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. (AU)
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