| Processo: | 16/07822-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Sophie Françoise Mauricette Derchain |
| Beneficiário: | Sophie Françoise Mauricette Derchain |
| Instituição Sede: | Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM). Hospital da Mulher Professor Doutor José Aristodemo Pinotti. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Ander Matheu Fernandez ; Luís Otávio Zanatta Sarian ; Marcelo Lima Ribeiro ; Rodrigo Menezes Jales |
| Assunto(s): | Neoplasias mamárias MicroRNAs |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de mama | microRNA | Resistência a droga | Ginecologia oncológica e patologia mamária |
Resumo
Apesar dos avanços no conhecimento genético-molecular, o carcinoma de mama é o tipo de câncer mais comumente diagnosticado e com maior número de mortes em mulheres no mundo, devido principalmente ao processo metastático e à resistência ao tratamento. Após a quimioterapia, a via de resposta ao dano ao DNA (DDR) é ativada em resposta aos danos genotóxicos induzidos pelo tratamento, controlando a parada no ciclo celular ou ativando o reparo ao DNA. Estudos apontam que as células tronco tumorais (CSCs) podem promover a quimiorresistência através de DDR. Além disso, sabe-se que a transição epitélio-mesenquimal (EMT) pode gerar células com características de células tronco e regular o processo de quimiorresistência associada às CSCs. Os exossomos são microvesículas compostas por RNAs, miRNAs e proteínas que podem ser liberadas por diferentes tipos celulares, incluindo células tumorais e CSCs, e permitem a transferência do conteúdo de uma célula à outra. Sabe-se que as CSCs são capazes de formar tumores com fenótipo mais agressivo, com capacidade de migração, metástase, resistência ao tratamento e recorrência da doença. Até o momento, os estudos que identificam com clareza a interação dessas CSCs de mama com seu microambiente são escassos. Determinar as causas pelas quais um paciente não responde à quimioterapia, e assim poder guiar uma terapia mais adequada para cada paciente permanece um grande desafio na medicina moderna. Felizmente, o conteúdo genético presente no sangue circulante pode fornecer marcadores e ajudar a mudar este cenário. Assim, pretende-se avaliar a possível transferência de miRNAs que regulem a quimiorresistência entre CSCs e células tumorais de mama derivados de exossomos a fim de compreender a complexidade da progressão e terapia do câncer de mama. (AU)
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