| Processo: | 17/00569-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Anderson de Souza Sant'Ana |
| Beneficiário: | Samuel Hiroyuki Kumazawa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Chocolate Microbiologia de alimentos Salmonella Sobrevivência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | chocolate | estresse | Patógenos de origem alimentar | resistência térmica | Salmonella | Sobrevivencia | Microbiologia de alimentos |
Resumo Em alimentos como o chocolate, mecanismos de resposta ao estresse permitem a sobrevivência de micro-organismos patogênicos, como a Salmonella, e devido ao seu teor de gordura, poucas células acabam sendo capazes de causar infecção quando este alimento contaminado é consumido. Durante o beneficiamento do cacau, a contaminação por Salmonella ocorre, principalmente, nas etapas de secagem e fermentação. Em etapas posteriores tais como torrefação e conchagem, mesmo com aplicação de condições de processamento consideradas drásticas (elevadas temperaturas), pode-se observar a sobrevivência de Salmonella. No entanto, sabe-se que as cepas de Salmonella podem apresentar resistência variada à tratamentos térmicos conduzidos em substratos com baixa atividade de água. O conhecimento da resistência térmica de cepas de Salmonella circulando no país produtor de cacau e chocolate é extremamente importante para que o processamento térmico seja adequadamente dimensionado e para que medidas de controle visando-se evitar a contaminação da matéria-prima sejam adotadas. Apesar disso, inexistem dados na literatura no que se refere a variabilidade da resistência térmica de cepas de Salmonella. Além disso, outro fator extremamente relevante em estudos envolvendo patógenos em alimentos com baixa atividade de água é a recuperação dos micro-organismos sobreviventes ao longo do tempo. Dados preliminares obtidos em nosso laboratório indicam que sob condições de estresse osmótico, há grande variabilidade na recuperação de micro-organismos sobreviventes. No entanto, esta variabilidade não foi caracterizada e nem reportada na literatura. Desta forma, o objetivo deste estudo é caracterizar a resistência térmica e variabilidade na recuperação de diferentes cepas de Salmonella de diferentes sorotipos durante a etapa de conchagem e estocagem do chocolate, respectivamente. | |
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