| Processo: | 17/01986-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Elizabeth Bilsland |
| Beneficiário: | Ludimila Dias Almeida |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/03553-6 - Engenharia genética de leveduras para a descoberta de novos medicamentos, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/09194-6 - Identificação de rotas de importação de compostos desagregadores das proteínas Tau, FUS e alpha-sinucleína através da membrana plasmática utilizando high-content screening em levedura, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Barreira hematoencefálica Saccharomyces cerevisiae Biologia sintética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | barreira hemato-encefálica | Biologia Sintetica | Entrada de drogas na célula | expressão heteróloga | Saccharomyces cerevisiae | Transportadores de Membrana Plasmática | Biologia Sintética |
Resumo Drogas precisam atingir seus alvos (presentes na superfície ou dentro das células), para funcionarem. Tradicionalmente a indústria farmacêutica desenhou novos compostos partindo do princípio que eles entrariam na célula por difusão passiva pela membrana plasmática, porém, existe cada vez um número maior de evidências indicando que a entrada por difusão passiva é a exceção e não a regra. Estudos indicam que a entrada ocorre preferencialmente pela ação de proteínas carreadoras no processo de difusão facilitada. A passagem pela barreia hemato-encefálica, em particular, apresenta um dos maiores desafios no desenvolvimento de drogas dirigidas ao sistema nervoso central, pois este tecido realiza a separação da circulação sanguínea do espaço intersticial do cérebro, visando a proteção contra substância tóxicas e organismos invasores. O conhecimento da especificidade dos transportadores encontrados nas células da barreira é muito importante no correto direcionamento de drogas e também para que estas possam atingir seu alvo nas células nervosas. A levedura Saccharomyces cerevisiae é um organismo modelo que tem sido utilizado em quimiogenômica para o entendimento dos mecanismos de ação e transporte de drogas. O estudo da especificidade dos transportadores de levedura é de grande importância para o desenho de drogas, devido a existência de ortólogos humanos destas proteínas. Neste contexto, o projeto visa a definição da especificidade ao substrato dos 121 transportadores não-essenciais de leveduras. Visamos utilizar uma biblioteca recém-construída de linhagens contendo deleções aos pares dos transportadores não essenciais de leveduras para a determinação da especificidade destas proteínas a uma biblioteca de compostos e drogas comerciais do sistema nervoso central. Estudaremos também a especificidade dos transportadores ortólogos humanos, combinando experimentos de laboratório e de bioinformática. O projeto fornecerá uma base para o desenho de novas drogas tanto para leveduras patogênicas quanto para alvos humanos. (AU) | |
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