| Processo: | 17/16377-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Marcia Pinto Alves Mayer |
| Beneficiário: | Manuela Rocha Bueno |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/18273-9 - Novas estratégias para o controle das periodontites, AP.TEM |
| Assunto(s): | Microbiologia Probióticos Resposta imune Periodontite agressiva |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Periodontite Agressiva | probioticos | resposta imune | Microbiologia |
Resumo O projeto visa testar a hipótese de que micro-organismos probióticos ou seus produtos são capazes de controlar a periodontite induzida por Aggregatibacter actinomycetemcomitans (Aa) por regular a resposta imune a este patógeno. Resultados iniciais indicam que os probióticos L.rhamnosus Lr32 e HN001 e L. acidophilus NCFM e La5 interferem na formação de biofilme de A. actinomycetemcomitans mediado por fímbrias. Além disso, lactobacilos e bifidobacterias probióticos são capazes de alterar o perfil de citocinas produzidas por células epiteliais e macrófagos após desafio com P. gingivalis e com LPS de E. coli, e reduzir a adesão e invasão de P. gingivalis em células epiteliais gengivais, indicando seu potencial em modular a inflamação. A periodontite agressiva é associada a microbiota complexa, incluindo A. Actinomycetemcomitans. A presente proposta visa determinar a capacidade de cepas probióticas modularem a resposta imune contra Aa em ensaios in vitro e em modelos animais. Serão empregadas células epiteliais gengivais (linhagem OBA-9) e avaliados o efeito de probióticos sobre a capacidade de adesão e invasão do patógeno, o perfil de citocinas, expressão de genes associados ao processo inflamatório e ativação das vias de sinalização. Cepas probióticas serão testadas em modelo animal inoculado com A. actinomycetemcomitans em ratos normais e diabéticos. Com as estratégias empregadas, esperamos selecionar cepa(s) probiótica(s) capazes de interferir na colonização por Aa e induzir uma resposta capaz de alterar a microbiota oral e do intestino favorecendo a microbiota associada à saúde, em equilíbrio com o hospedeiro. | |
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