| Processo: | 17/23563-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Roberto Schreiber |
| Beneficiário: | Roberto Schreiber |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | José Roberto Matos Souza ; Layde Rosane Paim ; Wilson Nadruz Junior |
| Assunto(s): | Hipertensão Cardiomegalia Hipertrofia ventricular esquerda MicroRNAs |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | hipertensão arterial sistêmica | Hipertrofia cardíaca | MicroRNAs | Bioquímica-Biologia Molecular |
Resumo
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é mundialmente reconhecida como um problema de saúde pública, por sua prevalência e incidência na população. Além de ser isoladamente prevalente, a HAS é também fator de risco primário para o desenvolvimento de outras doenças cardiovasculares, sendo importante destacar sua capacidade de promover lesões de órgãos-alvo, dentre as quais se destaca a hipertrofia do ventrículo esquerdo. MicroRNAs (miRNAs) são um grupo de pequenas moléculas (22 nucleotídeos) de RNA não codificantes, evolutivamente conservados, que pareiam com sequências do RNA mensageiro de genes-alvo, causando repressão da transcrição para a síntese protéica. Diversos estudos sugerem que a expressão aberrante de miRNAs pode estar envolvida no desenvolvimento de hipertrofia cardíaca, contudo pouco se sabe sobre o papel da expressão de miRNAs no desenvolvimento de hipertrofia cardíaca em hipertensos. Neste contexto, o estudo da expressão sérica de miRNAs pode resultar na descoberta de potenciais biomarcadores para o desenvolvimento de cardiopatia hipertensiva em pacientes hipertensos. Resultados preliminares de nosso grupo, avaliando 43 pacientes hipertensos demonstraram a expressão diferencial de pelo menos 10 miRNAs entre indivíduos com hipertrofia do ventrículo esquerdo (HVE) e sem HVE. Contudo a relação destes miRNAs candidatos com a massa ventricular esquerda em uma amostra maior de pacientes hipertensos, assim como o impacto funcional destes miRNAs sobre o desenvolvimento de hipertrofia em cardiomiócitos permanecem desconhecidos. O presente estudo pretende expandir a investigação sobre a expressão sérica de miRNAs e correlacionar estes dados com a massa e a geometria ventricular esquerda em pacientes hipertensos, além de avaliar in vitro o papel destes miRNAs na hipertrofia ventricular. (AU)
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