| Processo: | 18/09666-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Andrade Botelho de Almeida |
| Beneficiário: | Eduardo Andrade Botelho de Almeida |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Diego Sasso Porto ; Marcio Roberto Pie |
| Assunto(s): | Entomologia Morfologia Taxonomia Biogeografia Filogenia Macroevolução |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia | Entomologia | Filogenômica | Macroevolução | Morfologia | Taxonomia | Sistemática e Biogeografia |
Resumo
A diversidade conhecida de abelhas viventes-cerca de 20.000 espécies válidas-é resultado de aproximadamente 120 milhões de anos de evolução, refletidos pela notável disparidade morfológica e comportamental de seus representantes. O grupo proporciona um modelo instigante para investigações comparativas associando a compreensão da evolução de características morfológicas a fatores macroevolutivos. Para a compreensão da evolução das abelhas, um arcabouço filogenético torna-se indispensável. Apesar do considerável acréscimo de conhecimento filogenético sobre abelhas obtido ao longo das últimas duas décadas, questões importantes ainda se mantêm em aberto. Vários táxons permanecem com posicionamento filogenético ainda incerto devido à carência de investigações apropriadas, e há também as controvérsias persistentes cujas resoluções poderão ser alcançadas se novas classes de dados forem exploradas. Nesta proposta, propomos contribuir para elucidar as relações filogenéticas entre as principais linhagens de abelhas (Hymenoptera: Apoidea: Anthophila) por meio de estudos comparativos utilizando uma combinação de dados morfológicos e informações moleculares em escala genômica (elementos ultraconservados "UCEs"). Para o componente do estudo morfológico será dada uma atenção especial às estruturas internas do exoesqueleto das abelhas. Neste caso, serão adotadas abordagens empregando microscopia óptica convencional (combinação dos potenciais de microscopia de luz e estereomicroscopia), aliadas ao emprego de microscopia eletrônica de varredura e reconstruções tridimensionais por micro-tomografia. Os UCEs têm sido a classe de marcadores moleculares mais promissora quando se trata de filogenômica, e estes têm sido utilizados com sucesso para estudos de Hymenoptera. Quatro metas são propostas: (a) reavaliar a monofilia dos táxons tradicionalmente classificados como tribos, subfamílias e famílias de abelhas; (b) avaliar o posicionamento filogenético das abelhas em relação aos demais táxons de Apoidea, assim como o posicionamento da raiz do clado das abelhas; (c) avaliar a utilidade de complexos morfológicos da morfologia esquelética (externa e interna); (d) inferir os tempos de divergência para os principais clados e propor cenários biogeográficos integrativos sustentados por grandes quantidades de dados. (AU)
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