| Processo: | 18/18499-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Sandra Marcia Muxel |
| Beneficiário: | Camilla de Almeida Bento |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Protozooses em animal Leishmania mexicana NF-kappa B MicroRNAs Macrófagos Anticorpos monoclonais murinos Resposta inflamatória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cut-like Homeobox 1 (CUX1) | leishmania | Macrófago | microRNA | NF-kB | Nitric Oxide Synthase 2 (NOS2) | Leishmania |
Resumo A Leishmania é capaz de subverter a resposta imune contra patógenos intracelulares através de diversos mecanismos de regulação da expressão gênica, como os transcricionais e pós-trancricionais para o estabelecimento da infecção. Os mecanismos transcricionais ocorrem pela ação de fatores de transcrição através da ligação à região promotora do gene, induzindo sua transcrição. Já os mecanismos pós-transcricionais podem ser mediados pelos microRNAs, que são RNAs não-codificantes de cerca de 20 nucleotídeos e que podem se ligar à porção 3'-UTR do mRNA do gene-alvo por complementaridade de bases e bloquear a síntese proteica ou induzir a clivagem do mRNA através do complexo miRISC, dessa forma silenciando a expressão do gene. A Leishmania é capaz de alterar o perfil de expressão de microRNAs do macrófago hospedeiro para subverter a resposta microbicida, e assim permitir a sobrevivência e proliferação do parasita. Este projeto visa estudar a relação do gene do fator de transcrição Cux1 e do miR-721, transcrito a partir da região intrônica de Cux1, e seus alvos em macrófagos de camundongos BALB/C infectados com L. amazonensis. Ainda, nosso estudo possibilitará a análise da inter-regulação entre ambos os moduladores bem como suas ações na elaboração da resposta inflamatória, focando na via de metabolização de L-arginina para produção de óxido nítrico via indução de óxido nítrico sintase 2 (NOS2). | |
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