| Processo: | 20/02247-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Marcos Leite Santoro |
| Beneficiário: | Jessica Honorato Mauer |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/09584-1 - Integração de dados de sequenciamento de microRNA e genotipagem: inferência de ancestralidade local para análise de eQTLs na Coorte Brasileira de Alto Risco, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Genética psiquiátrica Transtornos mentais Sinais e sintomas MicroRNAs Vesículas extracelulares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | microRNA | Psiquiatria | transtornos psiquiátricos | vesículas extracelulares | Genética Psiquiátrica |
Resumo Os transtornos psiquiátricos (TPs) são considerados uma das principais causas de anos perdidos por incapacidade. Os sintomas começam geralmente durante a infância e a adolescência e podem progredir e persistir na idade adulta. O desenvolvimento de TPs tem influência de fatores genéticos e ambientais. Como os TPs são doenças multifatoriais, abordagens longitudinais são essenciais para entender como o risco genético interage com fatores ambientais. Estudos de expressão gênica e metilação do DNA são particularmente importantes para entender alterações longitudinais, no entanto, com a limitação no acesso ao tecido alvo, o cérebro. Os exossomos são pequenas vesículas extracelulares (30-100 nm de diâmetro) que são excretadas por diversos tipos celulares e detectadas em diferentes fluidos corporais como o soro. Devido ao seu tamanho, eles são capazes de atravessar a barreira hematoencefálica e, por essa razão tem sido estudado em doenças neurológicas e psiquiátricas com o intuito de identificar potenciais biomarcadores. Neste estudo, objetivamos avaliar a expressão de miRNA de vesículas extracelulares séricas de adolescentes antes e após o aparecimento de TPs. Para isso, selecionaremos 125 indivíduos da Coorte Brasileira de Alto Risco (BHRC), dos quais 25 controles (sem histórico familiar e sem transtornos psiquiátricos passados ou atuais) e 100 sujeitos que converteram para algum transtorno psiquiátrico. O BHRC compreende 2500 famílias (1000 selecionadas aleatoriamente e 1500 com risco para TPs) e é um estudo longitudinal focado no desenvolvimento cerebral e saúde mental de adolescentes com três coletas já finalizadas: linha de base em 2010 com crianças entre 6 a 12 anos; primeiro seguimento em 2014 com indivíduos entre 9 e 17 anos; e segundo seguimento em 2019 com adolescentes entre 14 e 23 anos. Com este estudo, esperamos identificar potenciais marcadores de transição para TPs e melhorar as atuais ferramentas disponíveis para predição de TP. (AU) | |
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