| Processo: | 21/13074-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Renata de Oliveira Mattos Graner |
| Beneficiário: | Renata de Oliveira Mattos Graner |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Pesquisadores associados: | Débora Campanella Bastos ; Thaís Larissa Araujo de Oliveira Silva |
| Assunto(s): | Microbiologia oral Streptococcus sanguinis Virulência Mecanismos das infecções Sistema cardiovascular Células endoteliais Vasos coronários Genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | celula endotelial | Estreptococos bucais | Genética recombinante | Infecção Cardiovascular | Streptococcus sanguinis | virulência sistêmica | Microbiologia oral |
Resumo
Streptococcus sanguinis é uma espécie comensal ubíqua do microbioma bucal associada a infecções cardiovasculares, por mecanismos pouco compreendidos. Recentemente, verificamos que cepas S. sanguinis são capazes de invadir e persistir no interior de células endoteliais (CE) primárias de artéria coronária humana (HCAEC), uma função importante de persistência bacteriana em tecidos cardiovasculares. Há evidências de que este processo requer a expressão de genes para a invasão de S. sanguinis mediada pelo soro em CE (pepO, cppA, srtA) e para a persistência bacteriana no ambiente intracelular (nox, spxB e swan). O objetivo deste projeto é investigar o papel de pepO, cppA, srtA, nox, swan e srtA na capacidade de S. sanguinis invadir e persistir no interior CE humanas, assim como de alterar a viabilidade e as funções angiogênicas destas células. Para isto, cepas mutantes knockout destes genes obtidas em projetos anteriores (SKpepO, SKcppA, SKspxB) ou a serem construídas neste projeto (SKsrtA, SKnox, SKswan) serão comparadas com a cepa parental SK36 (capaz de invadir CE) quanto à frequência de invasão e sobrevida em HUVEC (Human Umbilical Vein Endothelial Cell) e HCAEC. Mutantes complementados com cópia episomal dos genes inativados serão usados como controles. HUVEC e/ou HCAEC serão expostas às cepas pré-tratadas ou não com 20% de soro humano durante períodos crescentes de tempo e os números de bactérias viáveis intracelulares determinadas em ensaios de proteção antibiótica. Além disso, a viabilidade e o potencial angiogênico das HUVEC e/ou HCAECs expostas às cepas parental e mutantes serão respectivamente determinados em ensaios de MTT e de formação de tubos. As cepas serão também analisadas quanto à cinética de viabilidade em sangue ex vivo e quanto à ligação a C3b do sistema complemento, a ser medido em cepas tratadas com soro humano por citometria de fluxo. Os resultados deste projeto poderão revelar mecanismos de invasão e persistência de S. sanguinis em CE e assim, fornecer bases para o desenvolvimento de terapias para controle de infecções do sistema cardiovascular por estreptococos. (AU)
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