| Grant number: | 19/04418-6 |
| Support Opportunities: | Organization Grants - Organization of Scientific Meeting |
| Start date: | October 14, 2019 |
| End date: | October 18, 2019 |
| Field of knowledge: | Applied Social Sciences - Architecture and Town Planning - Fundamentals of Architecture and Urbanism |
| Principal Investigator: | Renato Cymbalista |
| Grantee: | Renato Cymbalista |
| Host Institution: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brazil |
| City of the host institution: | São Paulo |
Abstract
O seminário reúne uma equipe multidisciplinar que enfoca a metrópole de maneira específica. Problematiza as características iniciais das metrópoles brasileiras no momento em que nasceram, primeira metade do século XX. Para além de seu significado econômico, a metrópole é tratada como matriz da modernidade da sociedade brasileira. Analisa-se o território e as diferentes modalidades de sua mudança, em termos de tamanho e funções, como sendo a estrutura da organização da sociedade. Não se trata de uma história da metrópole, mas de uma geografia dela no momento em que se concentra e define uma mudança social duradoura. A abordagem é geográfica, o objeto é sociológico, as ferramentas e métodos são históricos, porque trabalhamos a partir de diferentes fontes históricas: documentos de arquivo das instituições do estado provincial e do distrito federal, arquivos de jornais, censos, documentos iconográficos (fotos, mapas). O período de referência situa-se na primeira metade do século XX, e cada trabalho, de acordo com seus interesses, refinou o período e as modalidades dessa fase de transição quando a produção do urbano é o arcabouço da sociedade brasileira, de sua modernidade.Estudam-se diferentes aspectos dessa modernidade associando-os sistematicamente com a produção do urbano, com o ponto comum de interrogar o conceito de alteridade que, ao lado da urbanidade e da diversidade, define a cidade. A alteridade, que pode ser definida como uma diversificação e intensificação das relações sociais, surge como princípio de organização do espaço e fundamento de uma sociedade que se transforma. Neste movimento, os indivíduos multiplicam os estatutos e identidades, em função de sua origem geográfica, sua atividade, categoria social, inserção residencial no bairro, seu sistema de crenças e representações, suas sociabilidades cotidianas. (AU)
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