| Processo: | 11/00968-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Eurípedes Constantino Miguel Filho |
| Beneficiário: | Juliana Belo Diniz |
| Instituição Sede: | Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transtorno obsessivo-compulsivo Transtornos de ansiedade Condicionamento clássico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Condicionamento clássico | inibidores seletivos da recaptura de serotonina | Resposta a sons agudos | Resposta de condutância de pele | Transtorno Obsessivo-Compulsivo | Variação de frequencia cardíaca | Transtornos da ansiedade |
Resumo O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) apresenta prevalência ao longo da vida em trono de 3% e está associado a importantes prejuízos sociais, profissionais, acadêmicos e familiares. Os inibidores da recaptura de serotonina (IRS) são o tratamento farmacológico de primeira escolha para o TOC, no entanto, os mecanismos que determinam a melhora dos sintomas de TOC com o uso de IRS ainda são pouco conhecidos. Além disso, uma parcela significativa dos pacientes com TOC não responde satisfatoriamente ao tratamento com IRS e, até o momento, não é possível prever quais pacientes não irão responder a esse tratamento ou quais são os fatores que determinam a ausência de melhora. Para esclarecer os mecanismos neurofisiológicos relacionados à resposta ao tratamento do TOC, propomos o uso de medidas eletrofisiológicas (como a variação da freqüência cardíaca e resposta de condutância de pele) em resposta a paradigmas de condicionamento de medo e reação a sons agudos, como método para avaliar o efeito dos IRS sobre a cadeia comportamental do TOC. Pretendemos comparar 15 controles saudáveis a 30 pacientes com TOC e 30 pacientes com TOC antes e após tratamento com IRS ou placebo. Esperamos encontrar alterações na variação das medidas eletrofisiológicas nos pacientes em comparação aos controles e após o tratamento com IRS. A partir desses resultados, poderemos determinar se os IRS se associam a melhora dos sintomas de TOC por reduzir o componente aversivo respondente da cadeia comportamental. (AU) | |
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