| Processo: | 14/17385-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 05 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Marilene Hohmuth Lopes |
| Beneficiário: | Jenny Andrea Arévalo Romero |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/13906-2 - Contribuição da co-chaperonina STI1 no desenvolvimento murino: células tronco embrionárias como modelo de estudo, AP.JP |
| Assunto(s): | Biologia celular Proliferação celular Diferenciação celular Células-tronco embrionárias murinas Chaperoninas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células-tronco embrionárias | diferenciação | pluripotência | Sti1 | Biologia celular |
Resumo STI1 (Stress inducible protein 1) foi inicialmente caracterizada como uma co-chaperonina que interage com proteínas de choque térmico Hsp70 e Hsp90 e regula suas atividades no controle do enovelamento protéico. No entanto, estudos recentes demonstram sua ampla versatilidade funcional e mostram que STI1 medeia efeitos neutrotróficos em diversos processos biológicos como neuritogênese, neuroproteção, desenvolvimento de astrócitos, autorrenovação e proliferação de células-tronco neurais e consolidação de memória, atuando com seu principal ligante, a proteína prion (PrPc). Interessantemente, dados recentes do grupo mostram que a depleção de STI1 é letal para desenvolvimento murino. A ausência da expressão de STI1 afeta diretamente o desenvolvimento embrionário inicial, já que blastocistos (E 3.5) deficientes para STI1 apresentam uma frequência mendeliana atípica, com um baixo número de embriões deficientes (13%), sendo alguns deles aparentemente degenerados. Células-Tronco Embrionárias (CTEs) representam unidades naturais do desenvolvimento embrionário e regeneração tecidual. Essas células possuem uma capacidade ilimitada de auto-renovação e um potencial de se diferenciarem em qualquer tipo celular do organismo. CTEs murinas, CTEm, as quais são estabelecidas como linhagens celulares permanentes derivadas de blastocistos, podem ser consideradas um sistema biológico muito versátil e tem levado a importantes avanços para Biologia celular e do desenvolvimento. Diante desses dados que sugerem um papel fundamental de STI1 no desenvolvimento embrionário precoce, utilizaremos uma linhagem de CTEm (ES-E14TG2a) como modelo de estudo. Portanto, o principal objetivo deste estudo é gerar populações de CTEm com diferentes níveis de expressão de STI1 para caracterizar as funções dessa molécula na proliferação celular, pluripotência, diferenciação e sobrevivência celulares. Finalmente, a caracterização de promissoras moléculas e suas funções levam a um melhor entendimento da Biologia de CTEm e pressagiam o uso terapêutico dessas células na Medicina regenerativa. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |