| Processo: | 16/19771-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Samuel Katsuyuki Shinjo |
| Beneficiário: | Diego Sales de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Polimiosite Dermatomiosite Reumatologia Expressão gênica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dermatomiosite | doença autoimune sistêmica | expressão gênica | gordura intramuscular | polimiosite | resistência à ação da insulina | Reumatologia |
Resumo A dermatomiosite (DM) e polimiosite (PM) são miopatias inflamatórias idiopáticas sistêmicas raras associadas à alta morbidade e à incapacidade funcional. Pacientes com DM/PM podem apresentar, como consequência clínica, uma atrofia/hipotrofia muscular associada à diminuição da capacidade oxidativa muscular. Ademais, o nosso grupo mostrou pela primeira vez na literatura que pacientes com DM/PM apresentam uma alta prevalência de síndrome metabólica. A resistência à insulina (RI) é um importante componente da síndrome metabólica. O aumento da RI no músculo esquelético prejudica a oxidação de lipídios neste território, culminando no acúmulo deste metabólito. O treinamento físico é uma importante ferramenta para melhora da capacidade oxidativa e da RI. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo principal avaliar o efeito do treinamento físico na RI e no conteúdo lipídico do músculo esquelético de pacientes com DM/PM. Nossa hipótese é que devido à atrofia/hipotrofia muscular e a diminuição da capacidade oxidativa característica de pacientes com DM/PM, há uma diminuição da oxidação de ácidos graxos, culminando no acúmulo de lipídios intramusculares nesses pacientes. Por sua vez, esse acúmulo de lipídios pode levar à resistência a ação da insulina, prejudicando a oxidação de lipídios no músculo. O treinamento físico leva a uma melhora da capacidade oxidativa e aumento da área de secção transversal do músculo; portanto, favoreceria a oxidação de ácidos graxos e atenuação da resistência à ação da insulina por reduzir a fosforilação do substrato do receptor de insulina tipo 1 (IRS-1). (AU) | |
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