| Processo: | 11/12664-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral |
| Beneficiário: | Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Cecilia Mari Abe ; Denise Yamamoto ; Mônica Aparecida Midolli Vieira ; Rodrigo Tavanelli Hernandes |
| Assunto(s): | Escherichia coli enteropatogênica Virulência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diarréia | EPEC atípica | Escherichia coli enteropatogênica | mecanismos de interação | Patogenicidade | Bacteriologia |
Resumo
Escherichia coli enteropatogênica (EPEC) compreende dois grupos distintos de organismos: EPEC típica (tEPEC), que produz a fímbria denominada bundle-forming pilus, e EPEC atípica (aEPEC), que é desprovida dessa fímbria. Ambas contêm o "locus of enterocyte effacement" (LEE), uma ilha de patogenicidade que codifica um Sistema de Secreção Tipo Três (SST3) e várias proteínas efetoras, que são responsáveis pela formação de uma lesão característica chamada lesão "attaching and effacing" (A/E). Há vários anos, vimos explorando diversos aspectos da patogenicidade de EPEC. Demonstramos que as aEPEC apresentam características fenotípicas e genotípicas bem mais diversificadas do que as tEPEC, com algumas amostras apresentando propriedades inusitadas, como a capacidade de invadir células intestinais, aderir via flagelo e exacerbar a produção de muco "in vivo". Além disto, temos encontrado propriedades adesivas adicionais em algumas amostras de tEPEC de sorotipos clássicos (ex. O119:H6) que apresentam propriedades de aderência adicionais. Estes fatos retratam a alta plasticidade do genoma da espécie E. coli e justificam uma melhor caracterização de como essas amostras evoluíram e a identificação de eventuais novas propriedades de virulência adquiridas. Empregando amostras selecionadas de aEPEC e tEPEC, neste estudo, pretendemos avaliar: aspectos da aderência a células intestinais cultivadas in vitro, focando no papel do flagelo, de proteínas do SST3 e de proteínas efetoras secretadas por esse sistema; a dinâmica da interação com linhagens intestinais cultivadas in vitro e o papel de algumas proteínas efetoras dependentes do SST3 nessa interação; a capacidade de persistência (produção de biofilmes e manutenção no ambiente intracelular); e aspectos da interação (adesão, invasão, translocação, e/ ou indução da produção de muco) em intestinos de coelhos e de ratos. (AU)
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