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Relevância do receptor FFAR2 sobre as respostas biológicas de células tronco e células epiteliais intestinais (IECs) durante condições inflamatórias

Processo: 20/02919-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2020
Vigência (Término): 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Marco Aurélio Ramirez Vinolo
Beneficiário:Pollyana Ribeiro Castro
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15313-8 - Análise dos mecanismos moleculares envolvidos na interação de metabólitos da microbiota e células do hospedeiro durante a inflamação, AP.JP2
Assunto(s):Ácidos graxos voláteis   Microbioma gastrointestinal   Receptor de ácidos graxos livres 2   Células-tronco   Células epiteliais   Inflamação   Clostridium difficile   Modelos animais

Resumo

O receptor FFAR2 é altamente expresso em células mieloides e epiteliais e sua ativação pelos Ácidos Graxos de Cadeia Curta (AGCCs) modula a atividade biológica e o metabolismo de células imunes, células epiteliais intestinais (IECs) e células-tronco intestinais (ISCs). Nas IECs, a ativação do receptor FFAR2 por AGCCs tem sido associada à produção de citocinas pró-inflamatórias e de peptídeos antimicrobianos. Já o efeito que a ativação do FFAR2 por AGCCs tem sobre as ISCs ainda não é bem compreendidos, embora alguns estudos indiquem que a exposição de organoides intestinais ao acetato, um tipo de AGCC, induza o aumento da expressão de Lgr5, um marcador de células-tronco. Apesar das evidências citadas, os mecanismos moleculares envolvidos nas respostas desencadeadas pela ativação de FFAR2, exposição à AGCCs e a peptídeos antimicrobianos em IECs e ISCs durante a infecção por patógenos e na presença de inflamação não foram amplamente investigados. Desta forma, o objetivo deste projeto consta em examinar o papel do FFAR2 durante as adaptações transcricionais e metabólicas de IECs e ISCs durante a inflamação intestinal induzida por C. difficile em camundongos. Adicionalmente, pretende-se estabelecer os mecanismos associados às respostas celulares de IECs e ISCs em organoides intestinais cultivados na presença de AGCCs, de mediadores inflamatórios e de toxinas de C. difficile. (AU)