| Processo: | 03/07202-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2003 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2007 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Norberto Cysne Coimbra |
| Beneficiário: | Tatiana Paschoalin Maurin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 02/03705-0 - Neurobiologia do medo e do stress, AP.TEM |
| Assunto(s): | Mesocricetus auratus Micrurus frontalis Cobras Defesa animal Comportamento animal Paroxetina Medo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | C-Fos | Cobras Corais | Comportamento De Defesa | Hamster Dourados | Transtorno De Panico |
Resumo Muitos estudos têm implicado o complexo amigdalóide e o teto mesencefálico como responsáveis pelo controle de respostas defensivas elaboradas durante situações de perigo iminente. A substância cinzenta periaquedutal, uma estrutura mesencefálica grandemente estudada na busca do substrato neural do medo, tem sido implicada no controle de respostas explosivas de fuga e de comportamentos defensivos mais passivos, como a imobilidade defensiva (congelamento), imobilidade tônica e analgesia induzida pelo medo, destacando-se como uma provável via de saída do sistema límbico, considerando-se as respostas de defesa. Este trabalho pretende estudar a ativação de protooncogenes, responsáveis pela plasticidade neural, no complexo amidalóide, no hipotálamo e na substância cinzenta periaquedutal, durante o confronto agressivo entre Mesocricetus auratus e cobra coral verdadeira (Micrurus frontalis). As respostas comportamentais evocadas na presença do predador (e deste em relação à presa) serão também cuidadosamente avaliadas no teste do campo aberto. Em outros grupos independentes de animais, os roedores serão cronicamente tratados (durante 21 dias) com salina (NaCI a 0,9%), paroxetina (5, 10 e 20mg/kg) e alprazolam (1, 2 e 4 mg/kg), sendo avaliado o efeito dessas drogas sobre as respostas defensivas dos animais expostos a risco iminente de vida (presença de serpente venenosa). (AU) | |
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